Archive for the ‘Cinema’ Category

Combate aos torrents ou “como dar um tiro no pé”

Friday, November 27th, 2009

Acho impressionante a miopia da indústria de entretenimento que insiste em chamar seus clientes de ladrões.

Parece um caso de ganância suicida que as impede de perceber que são empresas de venda de cultura e não de resina e metal dos CDs e DVDs.

Na percepção popular se o pirata consegue ter lucro vendendo a dez Reais (e as próprias distribuidoras adotam preços similares um ano depois do lançamento) então os preços de 40 e até 60 Reais só podem significar uma coisa: estamos sendo roubados! E ladrão que rouba de ladrão…

Está claro para uma vasta quantidade de pessoas que ao dificultar o acesso a torrents e outras formas de baixar conteúdo a migração não será para os caríssimos CDs e DVDs oficiais e sim para os piratas da esquina, que a propósito não são reprimidos pela polícia.

A mensagem para o cidadão comum é clara: Nós queremos seu dinheiro e não confiamos em você.

Que tipo de empatia o cliente pode desenvolver por uma indústria assim?

Nada acontecerá com o mundo em 2012 apesar das profecias maias, entretanto temo pelo futuro da indústria de entretenimento se ela não abandonar a ganância e não olhar para os seus clientes.

Há dois grandes grupos de pessoas que baixam seriados, filmes e músicas da Rede:

  • Quem não tem dinheiro para pagar os preços exorbitantes
  • Quem jamais compraria aquilo, mas quer dar uma olhada para conhecer

Existe um terceiro grupo bem pequeno, mas que pode aumentar com a perseguição contra o ato lícito dos dois grupos acima: o chamado pirata.

Já que 2012 está ai e a moda é fazer profecias vou arriscar algumas.

Em 2011 surgirá uma produtora cultural que estampará com grande destaque o seguinte na sua tela de entrada:

Somos uma empresa que faz arte e cultura e não um monstro sedento por capital. Baixe livremente toda nossa produção e pague quanto achar justo, se achar justo: Nossa arte tem apenas um proprietário, a Humanidade

O lugar comum dirá que ela irá à falência pois ninguém pagará, afinal todos são ladrões.

Bem…

Essas pessoas nunca foram a Alcântara no estado do Rio de Janeiro.

Alcântara é um bairro do município de São Gonçalo, uma daquelas regiões que os moradores das cidades mais famosas insitem em chamar de periferia ou cidade satélite ignorando como essas regiões muitas vezes são bastante desenvolvidas comercialmente.

Lá existem diversos bares onde multidões esfomeadas pedem seus refrigerantes e pastéis chineses até se fartarem e depois pagam a conta.

Sim, as pessoas comem quase sem controle do estabelecimento e depois informam direitinho quanto consumiram. Elas não saem de fininho sem pagar.

Esse fenômeno não é exclusividade de zonas injustamente consideradas pobres e inferiores. É comum também nas regiões ricas consideradas, e me atrevo a dizer que também injustamente, como individualistas e corruptas.

A enorme maioria das pessoas trata com respeito e honestidade quem as trata com respeito e honestidade. Se não fosse assim os bares de Alcântara teriam falido há muito tempo.

Essa é a lição que a indústria precisa perceber ao custo da sua sobrevivência. Os inimigos não são as pessoas que gostam da sua produção e a consomem sem pagar, o inimigo é sua ganância que a faz falhar na hora de se colocar ao lado do seu cliente e colaborador.

Temos um bom exemplo dessa falha na trilogia Senhor dos Anéis.

Sou um fã apaixonado. Li os livros pela primeira vez em uma semana quando tinha 11 anos. Depois disso já reli umas quatro vezes. Quando o último filme entrou em cartaz passei 12 horas dentro do cinema revendo as versões extendidas dos dois primeiros e depois o terceiro. Quando O Retorno do Rei terminou eu estava em prantos… Os olhos ainda enchem de lágrimas enquanto escrevo… O cinema ficou vazio enquanto eu chorava e uma funcionária limpava o chão sob meus pés.

Sim, Senhor dos Anéis me marcou profundamente!

Mas demorei muitos anos para comprar a trilogia em DVD.

Esperei ansiosamente pelo lançamento da versão extendida dos três filmes no Brasil, mas a Warner decidiu que o meu dinheiro e de todos os outros ardorosos fãs brasileiros de Tolkien (alguns bem mais ardorosos que eu, acredite) não lhe interessa.

Até hoje não vi a versão extendida do último filme e só tenho os DVDs nacionais porque vieram de brinde em outra compra.

É claro que eu posso importar o pacote com as versões extendidas, mas há também a questão das áreas…

Para nos obrigar a comprar a mesma obra duas vezes ou mais os DVDs comprados em uma área só funcionam naquela área. Se você é de outro país precisa se satisfazer com o que eles decidirem (ou não) te vender.

A propósito meu DVD é desbloqueado o que não duvido que seja mais alguma forma de crime, afinal que direito tenho eu de ser fã de animes japoneses?

Em todo caso, se a Warner não quer meu dinheiro será que devo dá-lo a ela importando os filmes? Ou deveria (coisa que nunca fiz por incrível que pareça) baixar as versões extendidas da obra que tanto influenciou minha infância e até hoje me emociona?

Seja qual for a resposta há uma certeza: a indústria de entretenimento não é nossa amiga, ela não trabalha para nós e sim contra nós. No lugar de nos conquistar com sua transparência e senso de coletividade ela nos ameaça com leis e espiões ávidos por nos extorquir dinheiro ou nos punir por gostar tanto de uma obra que cometemos o pecado supremo de escrever uma fantasia inspirada nela, uma fanfic, mas isso merece outro post inteiro do tamanho desse.

Watchmen: O fim e o início da violência que nos corrói

Sunday, March 8th, 2009

Este post contém spoilers, tem todos os spoilers que você puder imaginar! ;-) Só leia se já viu o filme ou não se incomoda com spoilers!

Watchmen, a revistaOs quadrinhos Wachmen em que o filme se baseia foram um marco na segunda metade da década de 80. E foi um divisor de águas junto com Cavaleiro das Trevas e Maus.

O que torna essa obra em quadrinhos de Alan Moore (ilustrada por Dave Gibbons) especial é que ela é uma das primeiras a ecoar a consciência que heróis não salvam o mundo, que não há esperança para a humanidade enquanto esperança não for um objetivo comum a todos.

Na visão ácida de Alan Moore os heróis não tem propriamente super poderes e sequer tem alguma super moral. Seus heróis são promíscuos, sádicos, estupradores e provavelmente se tornam heróis não por amor à humanidade, mas para compensar sua baixa auto estima ou algum outro desvio de personalidade.

Na obra original vemos tres heróis com valores morais, digamos, mais elevados.

Batman, o cavaleiro das trevasO Coruja é uma versão mais políticamente correta do Batman, um homem que acredita na verdade e em manter a ordem para que as pessoas possam viver em paz, no entanto se sente ridículo por ter sido um herói fantasiado. Sendo certinho demais acaba não passando de um joguete nas mãos de quem não tem pudores.

Adrian Veidt (Ozymandias) é o ser humano mais inteligente do planeta e percebe que a única forma de impedir que a humanidade continue em conflito é criando um inimigo maior para ela enfrentar, algo que ameace toda a humanidade e, para fazer isso, mata milhões de pessoas em uma trama bem sucedida já que realmente os conflitos humanos encerram imediatamente.

Primeiro quadrinho vencedor do Pulitzer

Primeiro quadrinho vencedor do Pulitzer

Rorschach é o único herói a compreender que o impulso de busca pela paz deve ser uma opção consciente da humanidade e não a reação a uma outra ameaça. Rorschach é o maior herói da trama ao defender com a vida a crença de que os fins não justificam os meios quando esses meios são o sacrifício de vidas inocentes e a manipulação da verdade. Rorschach também é um psicopata que mata com crueldade e sem qualquer emoção ou remorso. Ele

é a muliplicação do Batman de Frank Miller com o Curinga de Heath Ledger.

Curinga, digo Batman, o Cavaleiro das Trevas

O filme faz juz aos quadrinhos

Assim como a revista rompeu com a linha narrativa, estética e ideoologia corrente o filme nos choca com extrema violência das imagens e do texto, uma estética incomum e um roteiro que parece arrastado graças ao peso das frases e das imagens, mas que segue uma rota alucinante de informações até a revelação final (que já revelei parcialmente mais acima).

Watchmen não é um filme para você se divertir! É uma obra que pode te fazer perder as esperanças na humanidade muito embora possa inspirar justamente o contrário, mas a altos custos.

Várias cenas dos quadrinhos foram trazidas com fidelidade para o filme, o destaque vai para o Rorschach sendo avaliado pelo psiquiatra na prisão. É onde conhecemos a extensão da sua psicose.

Outras cenas foram maximizadas ao serem feitas com pessoas reais. Como disse, não é um filme para se distrair. A propósito, acaba de me ocorrer que há algo de Dogville em Watchmen.

Talvez a única crítica negativa seja para a maquiagem do Comediante que poderia tê-lo envelhecido mais para a cena inicial.

O desenlace da trama também foi alterado, mas foi uma alteração bem vinda e necessária.

A ameaça que Ozymandias cria para dar para a humanidade um inimigo maior a combater não é uma raça alienígena, mas o poder absoluto de um homem com tecnologia, mas sem humanidade, o Dr. Manhattan. Explico mais adiante porque gostei tanto da mudança.

Assim como Curinga, digo, Batman O Cavaleiro das Trevas é um marco apontando uma estética realista para os filmes de heróis de quadrinhos, Watchmen poderá será um divisor de águas entre os heróis que prometem curar o mundo e os que nos ajudam a perceber que só a mobilização coletiva pode de fato mudar alguma coisa.

Mensagem

Algumas pessoas não absorvem arte que retrate os ângulos obscuros da vida e fazem bem: alguns de nós precisam manter a utopia bem vizível diante dos nossos olhos, mas outros devem iluminar os guetos escuros para entendermos seu papel em nossa evolução.

Watchmen é isso: um mergulho na alma negra da humanidade. Não há um herói que não seja moralmente questionável e alguns são plenamente condenáveis. A própria humanidade é retratada como incapaz de se unir pela conciencia, sabedoria ou amor. A única forma de obscurecer as diferenças seria criando um falso inimigo comum.

Somente o ódio ou o medo poderiam nos unir…

Isso é como tem sido até hoje, é a solução encontrada por Ozymandias.

No entanto lá está Rorschach para destruir a farsa, sempre há alguém ou alguma coisa para revelar as mentiras mesmo sem ter uma verdade para sugerir no lugar.

Watchmen termina com o editor de um jornal contrariado com a paz artificial criada pelo artifício de Ozymandias, mas que não foi fruto de uma mudança interna. Em uma cesta o diário de Rorschach com as pistas que destruirão a mentira, nos céus a presença onisciente e provavelmente fascista da falsa verdade criada por Ozymandias.

Watchmen não nos aponta claramente o caminho para um mundo melhor, ele nos mostra que a paz armada ou a verdade ue vem de fora não são caminhos viáveis. Fica a seu encargo pensar no que faria o mundo melhor.

Quanto a mim continuo acreditando que é maravilhoso estar em um mundo onde essas questões ocupam uma posição central em nossa produdução cultural e creio que

Um dos caminhos para uma sociedade mais justa e pacífica está em admirar (em vez de apenas tolerar) as nossas diferenças e entender que as verdades relativas são uma das melhores (talvez seja a única) formas de respeitar todas as verdades, direitos e necessidades individuais que nos fazem merecer o título de humanidade

Cel.U.Cine: Festivais de micrometragens chegam aos celulares

Thursday, March 5th, 2009

Esta semana estive no workshop de abertura do Cel.u.cine que é o festival de micrometragens para celular promovido pela Oi.

A busca por conteúdo que justifique a venda de serviço de vídeo por celular pode ser um estímulo interessante para as operadoras buscarem talentos e alimentar a produção artística nacional ainda que no final eu tenha dúvidas que um modelo fechado onde os filmes são exibidos apenas para os usuários daquela operadora seja um modelo viável.

As inscrições são de 17/03 a 17/04 e certamente haverá outros festivais dessa e de outras operadoras e se você tem os equipamentos mínimos para fazer um filme pode ser interessante arregaçar as mangas e arriscar sua criatividade.

E você certamente tem tudo que precisa: um celular com câmera (ou uma câmera sofisticada), um computador para editar o filme e idéias na cabeça.

Fora isso algumas dicas que ouvi ontem podem ser úteis

  • Filmes para celular devem ter no máximo 3 minutos em virtude tando das limitações tecnológicas quanto dos hábitos do espectador que os assiste entre estações de metrô por exemplo
  • O ator deve se dirigir diretamente para a câmera pois a relação do espectador com o celular é pessoal (claro que isso é uma sugestão e não uma regra, o filme 7 Vidas feito supostamente com fragmentos de vídeos em um celular achado no metrô é um exemplo de outro uso)
  • Use cores fortes que dão melhor leitura
  • Evite movimentos bruscos de câmera pois a definição deles se perde
  • Cuidado com os efeitos sonoros. A qualidade do som em um celular deixa a desejar diante de um aparelho mais sofisticado e os diálogos se perdem quando há música de fundo ou sonoplastia que não seja essencial

O primeiro a falar no evento, Fernando Paiva, nos levou algumas informações bem interessantes:

  • Há cerca de 152 milhões de linhas celulares no Brasil, mas…
  • Em torno de 10% são linhas desativadas
  • 3 milhões não são celulares, mas modems 3G
  • Perto de 80% são pré-pagos e portanto usados praticamente só para falar

Isso quer dizer que o mercado de vídeo para celular ainda é muito pequeno no Brasil, mas isso também quer dizer que essa é a hora para investir afinal a tendência é esse mercado crescer e, em algum momento, passar por uma explosão de consumo. Quem tiver chegado primeiro terá vantagens.

O segundo palestrante mostrou o Rafinha 2.0:

É um excelente filme sobre a geração atual que nasceu já imersa nos primeiros dias da era da comunicação e provavelmente a responsável por criar a era do conhecimento ou pelo menos a da informação. Assista o vídeo, são só uns 9 minutos.

Os últimos a falar foram Felipe Dantas e Marinanna Rhosa produtores de Humanóides e de Desenrola respectivamente. São deles as dicas de filmagem e estilo que citei mais acima. Vale a pena assistir alguns episódios das séries deles.

Selvagem desejo pela vida

Sunday, November 30th, 2008

Acabo de ver o filme Into the Wild (Na Natureza Selvagem) que é dirigido por Sean Penn.

Desde o seu curta sobre o 11 de setembro tenho olhado para ele com triplo respeito e esse filme mostra que seu caminho ainda é longo.

Pode ler o resto do post pois jamais faço spoillers.

John Krakauser

Na natureza Selvagem - John Krakauser

Trata-se da adaptação do livro homônimo que relata um fato real: a jornada de um jovem brilhante e questionador que sai, logo depois de se formar, para uma jornada em busca da nossa essência e de algum tipo de felicidade ou revelação pura.

A jornada de Alexander Supertramp (Christopher McCandeless) você pode conhecer no livro ou no filme (já está nas locadoras), prefiro falar sobre o que ficou ecoando aqui na minha cabeça e peito.

Já não sei se a jornada da descoberta deve ser no sentido do coração selvagem da Terra e do encontro com o humano selvagem e livre dentro de nós.

Nosso planeta e sua paisagem desnuda das nossas interferências são indiscutivelmente impressionantes! E sem dúvida é lá que estão nossas origens genéticas.

Mas já não somos apenas seres de carbono regidos por gens e instintos. Nossa mente se desenvolveu, nossos memes (fenótipo se preferir) nos regem de tal forma que, mesmo sendo tomados pelo animal nos momentos de emoção, não é no coração da Terra que nos encontramos em nosso estado primitivo.

Antes de mais nada humanos são animais sociais. Mesmo nas mais antigas pinturas rupestres lá estavam dezenas de humanos trabalhando em conjunto.

Hoje, neste exato momento, percebo que o individualismo moderno não é o nosso impulso natural, mas um mito moderno.

Sim… Mito, pois não somos individualizados apesar de sermos individualistas.

Para mergulhar na essência selvagem da humanidade talvez o melhor caminho não seja o seguido por Christopher McCandless e sim o olhar cheio de supresas dessas pessoas com que cruzamos todos os dias e a direção de Sean Penn diz isso maestralmente sem precisar de uma palavra sequer.

Felizmente temos pessoas como Christopher para nos mostrar isso sem que tenhamos repetir as mesmas trilhas.

Vem ai nos cinemas

Saturday, November 22nd, 2008

Resolvi dar uma espiada nos trailers de filmes na Apple e vou compartilhar o que acho que pode ser interessante.

  • 2012: Cinema catástrofe, ou seja, fim do mundo. Tudo porque o calendário Maia não vai além de 2012… A minha folhinha aqui em casa vai só até janeiro do ano que vem, será que o mundo vai acabar em dois meses? ;-) Em todo caso gostei do trailer, deve ser divertido. E, sim, essa lista não está na ordem do melhor filme para o pior! ;-)
  • Star Trek: Já para esse eu tenho ótima espectativa. J.J. Abrams sabe dar tensão psicológica a seus personagens e depois que o Ricker controlou a Enterprise com um joystick levandando o ridículo além das raias do aceitável na série acho uma boa idéia recomeçar tudo contando a história de Kirk, Spock e companhia em sua primeira viagem onde nenhum homem (ou mulher) jamais esteve.
  • Dear Zachary: A mulher mata o namorado, foge para o Canadá e tem um filho dele lá. O melhor amigo do cara faz esse filme para que o garoto (Zachary) possa conhecer o pai. O mais interessante é a transformação nas fronteiras da privacidade. Poderia ser uma carta, tornou-se um filme!
  • VALKYRIE: Sei não… Mais um filme com Hitler? E com  Tom Cruise? Tenho a impressão que depois de A Queda não resta muito mais a dizer sobre isso, mas é curioso que tantos filmes estejam surgindo em torno desse período. Baseado em fatos reais.
  • Let the right one in: filme de vampiro, mas o trailer sugere algo… Bem humanizar vampiros não é novo, mas sinto que esse pode ter algo de diferente e agradável (bem, pelo menos para quem curte terror).
  • Push: Tem jeito de ser uma mistura de Heroes com Jumpers só que um pouco menos bobo… Mas tem a Dakota Fanning, eu gosto da Dakota ;-) Pode ser uma boa sessão da tarde.
  • Pray the devil back to hell: Documentário sobre a Libéria. Pode valer a pena por ser sobre uma região tão desconhecida para nós. Acho que a visão do detalhe é importante para compreender o quadro geral. O foco é em um grupo de mulheres determinadas.
  • The tale of Despereaux: Ratinhos fofinhos, coragem e preconceito.
  • Fears of the Dark: Vários filmes de animação com fábulas assustadoras de uma galera da pesada. Promete…
  • Cadilac Records: O mundo ainda não viu uma reviravolta cultural na música como a das décadas de 50 e 60. Chegaremos lá em breve, enquanto isso é ótimo rever como a música moderna surgiu! Pelo jeito acabei deixando os dois melhores por último ;-)
  • UP: É da Pixar, digo, da Disney Pixar. Tem que dizer mais? ;-) Claro que tem! Depois de um monte de mega-aventuras é bom ver esse pessoal preparando algo com cara de se apoiar mais nos personagens. Vamos ver no que dá…. E naturalmente é algo totalmente louco!