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	<title>Meme de Carbono &#187; Cultura</title>
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	<link>http://www.memedecarbono.com.br</link>
	<description>Os átomos e ideias que constroem a consciência</description>
	<lastBuildDate>Thu, 19 Jan 2012 14:22:09 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
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		<item>
		<title>#OcupaRio e #OcupaSampa: De onde veio, o que é e para onde vai?</title>
		<link>http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/</link>
		<comments>http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 18:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Humanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Memesfera]]></category>
		<category><![CDATA[#OccuppyWallst]]></category>
		<category><![CDATA[#OcupaRio]]></category>
		<category><![CDATA[#OcupaSampa]]></category>
		<category><![CDATA[ciberativismo]]></category>
		<category><![CDATA[democracia direta]]></category>

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		<description><![CDATA[Advertência #OcupaRio &#8211; Performance Brasil from Rmaia on Vimeo. Esse não é um estudo acadêmico. São observações, teorias e inspirações de uma pessoa que estuda informalmente as mudanças na sociedade enquanto ela caminha para um ambiente hiperconectado. A segunda advertência &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Advertência</h2>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/30973131?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="400" height="300"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/30973131">#OcupaRio &#8211; Performance Brasil</a> from <a href="http://vimeo.com/rmaia">Rmaia</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Esse não é um estudo acadêmico. São observações, teorias e inspirações de uma pessoa que estuda informalmente as mudanças na sociedade enquanto ela caminha para um ambiente hiperconectado.</p>
<p>A segunda advertência é para evitar frustração das expectativas do leitor: Não sei e desconfio que ninguém sabe realmente para onde vão movimentos como os que tem tomado o planeta desde as primeiras mobilizações na Tunísia. O que vou expor aqui são algumas das minhas suposições.</p>
<h2>Introdução &#8211; De onde veio?</h2>
<blockquote><p>Sim. Veio da Internet, da revolução de sofá&#8230;</p></blockquote>
<p>A inspiração imediata dos movimentos que estão ocupando permanentemente espaços públicos em diversas cidades do mundo foi a <a title="Site oficial do #OccuppyWallst" href="http://occupywallst.org/">mobilização iniciada em Wall Street</a> iniciada em 23/set/2011 que, nesse momento, já inspira movimentos e mais de 100 outras cidades.</p>
<p>Naturalmente a crise financeira nos EUA teve forte influência na preparação do espírito da população para estabelecer o primeiro acampamento permanente de protesto popular, mas as origens recentes estão nas mobilizações iniciadas na Tunísia que resultaram em uma sequência de mobilizações populares que vem derrubando ditadores naquela região (o caso da Líbia merece outras discussões mais profundas).</p>
<p>Ir antes disso pode ser um exercício especulativo exagerado, mas é fato que o início dessas mobilizações populares não foi repentino assim. Antes deles vieram as revoluções de sofá na forma dos eventos virtuais no Facebook que todos diziam que atenderiam, mas ninguém ia. Antes foram os flashmobs originais (mais tarde pasteurizados pela indústria de marketing) onde as pessoas apenas experimentavam a possibilidade de criar eventos com uma multidão de estranhos para fins vazios como brigar de travesseiro ou andar de metrô sem calças.</p>
<p>Podemos fazer esse exercício especulativo indo para a era dos BBS e até antes do ciberespaço como na década de 60 quando a mobilização contra o racismo nos EUA começou nos bancos de um bar.</p>
<p>Mais importante do que essa especulação histórica é refletir sobre as origens emocionais e sociais.</p>
<p>Na Cinelândia duas TVs antigas foram destruídas e transformadas em uma instalação com os dizeres &#8220;isso é um instrumento escravizador&#8221;. Instrumento de uma era onde nossa voz era irrelevante diante das vozes dos rádios, das TVs e dos jornais: podíamos ouvir, mas o alcance da nossa voz era tão limitado que poderia ser considerado inexistente.</p>
<p>É impossível não lembrar do <a title="Site do Carlos Nepomuceno" href="http://nepo.com.br/">Carlos Nepomuceno</a> que aponta o crescimento da população e a demanda por ser ouvido como origem até da própria Internet. Vale a pena navegar por suas ideias.</p>
<blockquote><p>A humanidade quer responder</p></blockquote>
<h2>O que é?</h2>
<p><iframe style="border: 0; outline: 0;" src="http://cdn.livestream.com/embed/occupy_rio_brazil?layout=4&amp;clip=flv_3ad7bb31-1650-4cc1-ba10-82a3da58c842&amp;height=340&amp;width=560&amp;autoplay=false" frameborder="0" scrolling="no" width="560" height="340"></iframe></p>
<div style="font-size: 11px; padding-top: 10px; text-align: center; width: 560px;">Watch <a title="live streaming video" href="http://www.livestream.com/?utm_source=lsplayer&amp;utm_medium=embed&amp;utm_campaign=footerlinks">live streaming video</a> from <a title="Watch occupy_rio_brazil at livestream.com" href="http://www.livestream.com/occupy_rio_brazil?utm_source=lsplayer&amp;utm_medium=embed&amp;utm_campaign=footerlinks">occupy_rio_brazil</a> at livestream.com</div>
<p>Isso está respondido acima, mas pode ser resumido:</p>
<p>Até o momento, pelas minhas observações, são ocupações permanentes pacíficas feitas por cidadãos que tem em comum o desejo de se fazer ouvir pela mídia, pelos governos e pelas corporações para dizer que não estão satisfeitos com a forma como a humanidade vem sendo conduzida. Eles querem uma democracia mais direta, uma política mais honesta e transparente e empresas que tratem os humanos como cidadãos e não como consumidores.</p>
<p>Tem sido evitadas todas as formas de bandeira. O objetivo do movimento é ser o mais abrangente possível para poder se tornar um forum permanente (enquanto for necessário) em busca de melhores caminhos para a nossa civilização. Esse princípio parece caminhar para se fixar nas bases ideológicas do movimento: não é um movimento pelo respeito à diversidade, pelo direito das mulheres, pela preservação da vida, pelo meio ambiente.</p>
<blockquote><p>O movimento é um forum que pretende buscar bases para tornar possível à população levantar suas bandeiras e buscar em conjunto, através de uma democracia (provavelmente) direta, soluções para os problemas comuns.</p></blockquote>
<p>Em termos de evolução da socidade esse é, pelo menos, o embrião do que pode ser uma das maiores mudanças na estrutura da nossa civilização desde&#8230; Bem, desde muitos séculos.</p>
<h2>Quem são?</h2>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/30969802?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="400" height="300"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/30969802">#OcupaRio &#8211; Primeiro Dia</a> from <a href="http://vimeo.com/rmaia">Rmaia</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Essa é uma questão um pouco mais complexa do que parece à primeira vista. Em primeiro lugar só estive pessoalmente na mobilização do Rio, em segundo lugar esses grupos ainda estão se formando conforme a notícia da sua existência se espalha.</p>
<p>No Rio, nesse momento, a maioria parece composta por universitários das áreas de ciências humanas seguidos por artistas em geral. Há uma quantidade considerável de pessoas mais velhas que parecem já ter estado em outros momentos históricos importantes ou desejar corrigir o erro de não ter participado deles no passado.</p>
<p>Nota-se claramente que o grau de ensino médio é bem alto tanto pela forma como as pessoas se expressam nas assembléias quanto pelo conteúdo dos cartazes, mas todos são ouvidos com o mesmo respeito.</p>
<p>Quanto às pessoas que estão acampadas (cerca de 100) pretendo conversar com eles, mas quase todos parecem ter outras ocupações, no entanto, em uma cidade com a população do tamanho da do Rio não seria difícil achar 3000 pessoas disponíveis para morar em uma praça por alguns meses, até porque poderia haver um revezamento. E foi por isso que ainda não falei com eles: creio que em dois dias esse perfil ainda não se definiu.</p>
<blockquote><p>Resumindo: são pessoas com ideais que, em geral, estão sacrificando uma parte do seu bem estar na esperança de mandar uma mensagem para os demais cidadãos (do Brasil e até do mundo): É possível! Essa é a hora de acordar!</p></blockquote>
<h2>Como funciona?</h2>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/30982415?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="400" height="300"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/30982415">#OcupaRio &#8211; Poesia de Manoel de Barros</a> from <a href="http://vimeo.com/rmaia">Rmaia</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Essa é uma das partes que considero mais importantes. Mesmo que o movimento seja dispersado hoje, depois de apenas dois dias: a réplica offline do tipo de comunicação que ocorre online tornando possível organizar multidões que tomam decisões em conjunto mesmo quando são várias centenas de pessoas.</p>
<p>Parte da programação da ocupação é composta por lazer, mas há quase todo momento há um Grupo de Trabalho com até umas 80 pessoas desenvolvendo ideias sobre infra-estrutura, suporte legal, comunicação, bases teóricas etc.</p>
<p>As ideias levantadas por esses grupos são levadas às assembléias gerais que acontecem algumas vezes por dia e reúnem algumas centenas de pessoas (chegou a algo em torno de 500 no sábado).</p>
<p>Seguindo e exemplo de outros países a audiência repete as frases de quem está no centro da assembléia para que todos ouçam. Funciona bem e dá um senso de comunidade ao grupo que repete até aquilo com que não concorda.</p>
<p>Há sinais visuais com as mãos para propor adendos, apresentar forte objeção ao que está sendo dito etc. O objetivo é evitar a algaravia e serve como um interessante exercício de comunicação, de saber ouvir e interferir com respeito.</p>
<p>O exercício e desenvolvimento dessa forma de comunicação em grandes grupos (alguém tem referências históricas de grupos similares?), além de ser um reflexo interessante da forma de comunicação online, pode produzir memes de comunicação que modificarão a dinâmica das multidões em uma sociedade com o hábito da democracia participativa.</p>
<p>Naturalmente cada um desses movimentos tem seus blogs, flickrs, e streamings que nos permitem tanto assistir as assembléias mesmo não estando lá quanto vê-las depois no arquivo.</p>
<p>Essa transição de volta para o espaço online que tornou possível reunir essas pessoas desconhecidas é essencial: o que é dito, filmado, decidido é replicado online em vários lugares virtuais e essa é outra diferença para movimentos anteriores e parte vital do funcionamento que garante que ele continue mesmo que seja dissolvido por qualquer razão.</p>
<h2>Para onde vai?</h2>
<p>Em 23 de outubro de 2011 o vídeo abaixo foi feito em Wall Street. Eles também não sabem, mas isso pode ser bom.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/30778727?portrait=0&amp;color=ff0179" frameborder="0" width="400" height="225"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/30778727">Where Do We Go From Here? Occupy Wall St.</a> from <a href="http://vimeo.com/eddavid">Ed David</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Aqui entramos totalmente no campo da suposição.</p>
<p>Em <a title="Movimento OccuppyLondon tem até universidade" href="http://viagem.uol.com.br/ultnot/reuters/2011/10/21/protestos-fecham-catedral-de-st-paul-em-londres.jhtm">Londres a ocupação se tornou tão grande que conta com bibliotecas e até uma universidade própria estabelecidas entre as centenas de barracas</a>.</p>
<p>É possível que coisas assim ocorram em outras ocupações caso elas aumentem e durem o bastante para isso.</p>
<p>No Brasil a minha aposta, a curto prazo, seria na formação de mini-fóruns sobre diversos temas indo das questões ecológicas até o voto em lista passando pela liberdade de expressão online. Esses fóruns produziriam manifestos com o consenso popular dentro e fora dos movimentos como o #OcupaRio.</p>
<p>Tais mini-fóruns podem dar origem a grupos pequenos e muito bem articulados com grande capacidade de inovação equilibrada pelo consenso geral do movimento (talvez até em caráter global). Eles também podem se destacar totalmente do movimento.</p>
<p>No entanto a extrapolação mais empolgante dos possíveis futuros desses movimentos é a criação de um tipo de mente coletiva que exercita a democracia direta através de mobilizações que transitam entre online e offline como se não houvessem fronteiras.</p>
<p>Utópico. Sim, mas para entender os processos que estamos testemunhando temos que nos permitir a alguns exageros.</p>
<h2>Isso vai dar certo?</h2>
<p>Já deu.</p>
<p>A questão é se isso vai dar super certo.</p>
<p>Há desafios.</p>
<p>Um jovem de 16 anos observou muito bem num dos Grupos de Trabalho que assisti que o maior obstáculo virá de dentro e não de fora. Que as pessoas vão discordar, se cansar, brigar. Que serão embilhados 3 tijolos e dois vão cair, serão empilhados 5 tijolos três vão cair.</p>
<p>Ele está certo. Um grupo cada vez mais heterogêneo que se constrói ao ar livre e aberto para qualquer pessoa é uma construção complexa&#8230; Mas está funcionando em Wall Street há mais de um mês.</p>
<p>Um outro desafio está na estrutura distribuída da organização. Isso torna o grupo apto a resistir a grandes baixas (é a mesma estrutura usada pela Internet e pelo desenvolvimento OpenSource), mas mentes coletivas são menos ágeis e menos brilhantes que algumas mentes inteligentes.</p>
<p>As decisões de uma mente coletiva são feitas por consenso. Elas refletem a inteligência coletiva e não a inteligência máxima do grupo.</p>
<p>No entanto isso é bom.</p>
<p>Parte do exercício da democracia é entender que você é uma voz e aceitar que sua ideia não foi aprovada pela maioria. É ter o senso de comunidade para pensar que aquilo não vai dar certo, mas foi o consenso geral.</p>
<p>Hoje boa parte da nossa população parece crer que democracia significa &#8220;posso fazer o que quero&#8221; quando ela consiste em &#8220;vou dar o melhor de mim para mostrar à maioria que a minha ideia é boa&#8221;.</p>
<p>Em todo o caso mentes coletivas tem limitações que talvez não permitam que o movimento possa ser o máximo que poderia ser, mas é mais importante que ele seja um movimento comum, um exercício coletivo de desenvolvimento da democracia.</p>
<h2>Referências</h2>
<p>Vou favorecer aqui pensadores brasileiros pois creio que temos que conhecê-los e desenvolver nossa própria visão social, política e econômica.</p>
<ul>
<li><a title="Blog do movimento Ocupa Rio" href="http://ocupario.org">Blog do OcupaRio</a>: ocupario.org</li>
<li><a title="Site independente que ajuda a coordenar as mobilizações populares nos EUA" href="http://www.occupytogether.org/faq/">Site central do movimento nos EUA</a>: occuppytogether.org</li>
<li><a title="Site que ajuda a concentrar as mobilizações populares em todo o planeta" href="http://15october.net/how-we-see-it/">Site central do movimento no Planeta</a> (#GlobalChange): http://15october.net/</li>
<li><a title="Site oficial do movimento no Facebook" href="http://bit.ly/ocupario_fb">Facebook do OcupaRio</a>: bit.ly/ocupario_fb</li>
<li><a title="Site da mobilização democrática #OcupaSampa" href="http://15osp.org">Site do OcupaSampa</a>: 15osp.org</li>
<li><a title="Aqui tem os arquivos de todas as transmissões ao vivo do OcupaSampa" href="http://www.livestream.com/anonymousbr">Canal Livestream do OcupaSampa</a>: http://www.livestream.com/anonymousbr</li>
<li>Carlos Nepomuceno: <a title="Estudo sobre a Política 2.0 " href="http://nepo.com.br/2011/10/10/mentalidade-intermediadora/">a crise da Intermediação</a></li>
<li>Gil Giardelli: <a title="Site do Gil Giardelli" href="http://www.gilgiardelli.com.br/blog/">Humanidade 5.0</a></li>
<li><a title="Occuppy Wall Street" href="http://occupywallst.org/">Site do OccuppyWallst</a></li>
<li><a title="Encontro pacífico" href="http://www.theblaze.com/stories/watch-successful-ceo-and-financial-expert-peter-schiff-take-on-the-99-at-occupy-wall-street/">Peter Schiff (1/%) encontra pessoalmente os 99%</a></li>
</ul>
<h2>Fotos</h2>

<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1121/' title='Apoio legal #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15601-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Apoio legal #OcupaRio" title="Apoio legal #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1133/' title='Assembléia - #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15616-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Assembléia - #OcupaRio" title="Assembléia - #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1124/' title='Banheiro e Temáticas do #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15604-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Banheiro e Temáticas do #OcupaRio" title="Banheiro e Temáticas do #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1131/' title='Barracas - #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15613-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas - #OcupaRio" title="Barracas - #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1130/' title='Barracas da ocupação na Cinelândia - #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15612-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Barracas da ocupação na Cinelândia - #OcupaRio" title="Barracas da ocupação na Cinelândia - #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1138/' title='Campuseiros no #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15622-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Campuseiros no #OcupaRio" title="Campuseiros no #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1135/' title='Chamada - #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15618-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Chamada - #OcupaRio" title="Chamada - #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1139/' title='Comunicação offline: Blog do #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15623-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Comunicação offline: Blog do #OcupaRio" title="Comunicação offline: Blog do #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1128/' title='Direitos das Mulheres - OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15609-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Direitos das Mulheres - OcupaRio" title="Direitos das Mulheres - OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1142/' title='Instalação &quot;A TV é um instrumento de escravidão&quot; - #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15627-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Instalação &quot;A TV é um instrumento de escravidão&quot; - #OcupaRio" title="Instalação &quot;A TV é um instrumento de escravidão&quot; - #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1143/' title='Instalação &quot;A TV é um instrumento de escravidão&quot; - #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15628-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Instalação &quot;A TV é um instrumento de escravidão&quot; - #OcupaRio" title="Instalação &quot;A TV é um instrumento de escravidão&quot; - #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1144/' title='Instalação &quot;A TV é um instrumento de escravidão&quot; - #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15629-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Instalação &quot;A TV é um instrumento de escravidão&quot; - #OcupaRio" title="Instalação &quot;A TV é um instrumento de escravidão&quot; - #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1146/' title='Instalação &quot;A TV é um instrumento de escravidão&quot; - #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15631-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Instalação &quot;A TV é um instrumento de escravidão&quot; - #OcupaRio" title="Instalação &quot;A TV é um instrumento de escravidão&quot; - #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1141/' title='Intervenção em monumento de Getúlio Vargas - #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15626-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Intervenção em monumento de Getúlio Vargas - #OcupaRio" title="Intervenção em monumento de Getúlio Vargas - #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1137/' title='Multimídia Offline - #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15621-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Multimídia Offline - #OcupaRio" title="Multimídia Offline - #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1125/' title='Ocupação - OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15605-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ocupação - OcupaRio" title="Ocupação - OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1145/' title='Palavras de Ordem - #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15630-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Palavras de Ordem - #OcupaRio" title="Palavras de Ordem - #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1132/' title='Performance - #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15614-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Performance - #OcupaRio" title="Performance - #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1134/' title='Produção de cartazes: #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15617-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Produção de cartazes: #OcupaRio" title="Produção de cartazes: #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1136/' title='Produção gráfica - #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15619-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Produção gráfica - #OcupaRio" title="Produção gráfica - #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1140/' title='Reivindicações - #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15625-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Reivindicações - #OcupaRio" title="Reivindicações - #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1122/' title='Temáticas do #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15602-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Temáticas do #OcupaRio" title="Temáticas do #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1123/' title='Temáticas do #OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15603-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Temáticas do #OcupaRio" title="Temáticas do #OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1126/' title='Temáticas OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15607-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Temáticas OcupaRio" title="Temáticas OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1127/' title='Temáticas OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15608-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Temáticas OcupaRio" title="Temáticas OcupaRio" /></a>
<a href='http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/ocupario-e-ocupasampa-de-onde-veio-o-que-e-e-para-onde-vai/attachment/1129/' title='Temáticas OcupaRio'><img width="150" height="150" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2011/10/SDC15611-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Temáticas OcupaRio" title="Temáticas OcupaRio" /></a>

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		<title>Circuito 4&#215;1 Campo Grande MS: Desconferência Cultura Criativa</title>
		<link>http://www.memedecarbono.com.br/cultura/circuito-4x1-campo-grande-ms-desconferencia-cultura-criativa/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 14:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de mais nada: MS é Mato Grosso do Sul. Nós temos a tendência de reduzir os países a suas principais cidades e no caso do Brasil parecemos crer que tudo se resume a Rio, São Paulo e Curitiba. O &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/cultura/circuito-4x1-campo-grande-ms-desconferencia-cultura-criativa/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais nada: MS é Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Nós temos a tendência de reduzir os países a suas principais cidades e no caso do Brasil parecemos crer que tudo se resume a Rio, São Paulo e Curitiba. O resto mal sabemos localizar e muita gente chama o MS de Mato Grosso somente, coisa que ofende &#8211; com razão &#8211;  o povo de lá.</p>
<p>Dito isso há tempos acho que talvez haja muito mais criatividade e empreendedorismo fora dos grandes centros e foi o que vi lá.</p>
<p>Vi em Campo Grande que isso se confirma pelas reações online e offline às falas do <a title="Circuito 4x1" href="http://circuito4x1.com.br/" target="_blank">Circuito 4&#215;1</a> e pelo impressionante total de 1200 inscritos. Vale a pena ir ao site para ver se os vídeos já estão disponíveis.</p>
<p>Dentro desse contexto fiquei encarregado de conduzir uma desconferência sobre Cultura Criativa.</p>
<p>Acredito que o moderador de uma desconferência deve ser um provocador e não um palestrante.</p>
<p>É uma pena que a gente não tenha gravado pois surgiram ótimas ideias transitando do humanismo materialista até a análise sintética do misticismo passando pelas bases do criacionismo. Foram poucas pessoas, mas belas ideias.</p>
<p>Decidi resumir aqui o meu pensamento humanista-materialista do tópico. Se os outros também escreverem algo anexarei os links no final.</p>
<h2>O que é Cultura Criativa</h2>
<p>A definição que ouvimos com mais frequência está ligada à indústria cultural e é aplicada no projeto de cidades para que se tornem ambientes favoráveis para a produção cultural.</p>
<p>Isso é essencial, claro, no entanto uma sociedade orientada ao conhecimento precisa que a criatividade seja unívoca. Sequer devíamos ter a expressão Cultura Criativa assim como não dizemos humano Roney, humano José, humana Maria.</p>
<p>Se falamos em cultura da criatividade é em contraponto com a cultura do consumo ou da produção industrial que, indiscutivelmente, perde em criatividade se comparada ao artesanato pré-industrial.</p>
<p>No entanto nossa mente, preparada para criar, absorver, modificar e replicar informação sempre impôs à indústria um certo ritmo de inovação e criatividade.</p>
<p>A Internet só veio atender às demandas por mais criatividade e a situação sócio-econômica e cultural impôe outras mudanças no potencial criativo em todas as áreas.</p>
<p>Isso justifca falar em cultura criativa como um dos vetores que movem as mudanças modernas com mais intensidade que nas últimas décadas.</p>
<h2>Insights</h2>
<p>É necessário não nos restringirmos às elocubrações teóricas e o que descutimos foram justamente as condições para que a criatividade seja inserida tanto na sociedade quanto nos processos corporativos (não chegamos a nos estender para a política e outros setores).</p>
<p>Se observarmos a mente humana pela lente da teoria da evolução de Darwin (como sugere a memética) temos que a cultura se desenvolve de acordo com três ítens:</p>
<ul>
<li>Replicação &#8211; ideias podem ser replicadas</li>
<li>Hereditariedade &#8211; Ao serem replicadas as ideias sofrem mutações, mas mantém algumas características</li>
<li>Seleção &#8211; Algumas ideias &#8220;pegam&#8221; mais que outras e portanto produzem mais &#8220;filhas&#8221;</li>
</ul>
<div><span style="font-size: small;"><span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;">Quando há esses três fatores há &#8220;evolução&#8221; das ideias, há criatividade.</span></span></div>
<p>E como se constrói um ambiente favorável a esses fatores que são naturais para nossa mente?</p>
<p>Falamos em quatro bases que sustentam isso em uma corporação:</p>
<ul>
<li>Relações humanas no trabalho &#8211; se a competição entre as pessoas é pela retenção de informação e não pela capacidade de modificá-la em conjunto cria-se um buraco negro que impede o fluxo de informação necessária para alimentar a criatividade e a gerar conhecimento</li>
<li>Relações humanas com o trabalho &#8211; O trabalho experimentado como castigo ou mal necessário para atingir o lazer do fim de semana não é um ambiente propício para a criatividade e o conhecimento. Por isso, além de haver espaços lúdicos no trabalho, é necessário que os funcionários esperimentem positivamente seu espaço de trabalho, seus desafios de trabalho e possam, inclusive, ter momentos pessoais no trabalho ao ligar para seu filho ou enviar um tweet para sua família.</li>
<li>Sistema de informação especializado &#8211; A maioria dos sistemas de gestão do conhecimento procuram vampirizar o conhecimento dos funcionários, mas conhecimento não é armazenável, ele é processo&#8230; O conhecimento armazenado é informação. Um sistema de informação eficiente para a criatividade é um que valorize os fluxos de informação e a troca de conhecimento entre os funcionários</li>
<li>Gestão centrada no conhecimento e criatividade &#8211; O produto e matéria prima de toda corporação é informação e geração de conhecimento. Uma fábrica de sapatos não vende sapatos, vende informação de como caminhar. A gestão centrada no conhecimento não está focada nos resultados da bolsa e sim em conhecer as soluções que os seus produtos trarão aos seus consumidores. Parece óbvio, mas raras empresas funcionam assim. O foco em geral é &#8220;como posso convencer meu cliente a comprar mais? &#8221; que também parece óbvio, mas é como um cigarro minando lentamente as forças da corporação.</li>
</ul>
<div><span style="font-size: small;"><span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;">Durante a desconferência não falamos em um outro ponto vital que me lembrei graças ao TED: uma cultura e educação de base para as crianças que estimule sua criatividade, que mostre o mundo não como um conjunto de leis fixas e imutáveis, mas como uma teia de possibilidades.</span></span></div>
<p>Esse vídeo do TED é bem ilustrativo e curto:</p>
<p><object width="526" height="374" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011G/Blank/RaghavaKK_2011G-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/RaghavaKK_2011G-embed.jpg&amp;vw=512&amp;vh=288&amp;ap=0&amp;ti=1219&amp;lang=eng&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=raghava_kk_shake_up_your_story;year=2011;theme=master_storytellers;theme=new_on_ted_com;theme=art_unusual;theme=a_taste_of_tedglobal_2011;event=TEDGlobal+2011;tag=Arts;tag=Design;tag=Entertainment;tag=Technology;tag=book;tag=creativity;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="pluginspace" value="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="526" height="374" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011G/Blank/RaghavaKK_2011G-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/RaghavaKK_2011G-embed.jpg&amp;vw=512&amp;vh=288&amp;ap=0&amp;ti=1219&amp;lang=eng&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=raghava_kk_shake_up_your_story;year=2011;theme=master_storytellers;theme=new_on_ted_com;theme=art_unusual;theme=a_taste_of_tedglobal_2011;event=TEDGlobal+2011;tag=Arts;tag=Design;tag=Entertainment;tag=Technology;tag=book;tag=creativity;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /> </object></p>
<p>Vale terminar com uma reflexão deixada no final do vídeo: uma sociedade mais &#8220;empática&#8221; que procura ver as diferenças pela ótica dos diferentes pode ser mais do que uma sociedade mais justa e humana? Pode ser uma sociedade mais criativa e apta a sobreviver?</p>
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		<title>Demofobia</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 04:18:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Memesfera]]></category>
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		<category><![CDATA[preconceitos]]></category>
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		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho adiado esse post por entender que minhas ideias estão incompletas, mas decidi que é hora de colocá-las à prova da transcrição para um texto organizado e para a opinião de outros. Demofobia no contexto que vou explorar a seguir &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/demofobia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho adiado esse post por entender que minhas ideias estão incompletas, mas decidi que é hora de colocá-las à prova da transcrição para um texto organizado e para a opinião de outros.</p>
<p>Demofobia no contexto que vou explorar a seguir é o preconceito contra o &#8220;povão&#8221; e um impulso de se considerar parte de uma elite dentro do seu próprio país.</p>
<p>Tenho estudado televisão (não gosto de assistir, mas o esforço é necessário) por entender que ela ocupa o papel central na construção do tecido da sociedade, ou seja, ela tem a presença suficientemente universal para levar os mesmos códigos culturais a cada grupo social.</p>
<p>É claro que a Internet já cumpre um papel importante no agrupamento de certas minorias, inicialmente as chamadas nerds ou geeks, mas grupos de meninas adolescentes que gostam de maquiagem e Hanna Montana também encontram na Rede um ponto de encontro mais eficiente que a TV.</p>
<p>Entretanto esses grupos se integram a outros maiores e isso é essencial para nos sentirmos parte da sociedade e até parte da civilização conforme alguns símbolos se tornam universais, como o X-men ou o Homem Aranha.</p>
<p>No Brasil (e provavelmente também nos EUA, Inglaterra, Itália, França e muitos outros) temos uma clara plarização entre as classes consideradas privilegiadas e as classes C, D e E definidas como povão e frequentemente acusadas de serem responsáveis (e alvo) da programação vulgar da televisão.</p>
<p>Sabemos que o canal de televisão mais assistido do país, inclusive no restritíssimo nicho das casas com tv por assinatura, é a Rede Globo. Portanto os &#8220;privilegiados&#8221; e os &#8220;diferenciados&#8221; estão conectados não só pelos mesmos programas, mas também pelo mesmo canal.</p>
<p>Big Brother, novelas, Zorra Total e similares em outros canais ao que parecem atraem o mesmo percentual de expectadores em cada um dos grupos.</p>
<p>Ao mesmo tempo não é difícil pegar um trem na periferia do Rio e esbarrar com pessoas das classes C, D e talvez E discutindo política, física e energia nuclear com boas bases de informação (eu mesmo testemunhei isso).</p>
<p>Essa longa introdução é para chegar às perguntas à seguir:</p>
<ol>
<li>Nossa população está emburrecendo?</li>
<li>A TV é projetada para emburrecer o povo?</li>
<li>Como evitar que a TV emburreça o povo?</li>
<li>Se a maioria de nós vê os mesmos programas que &#8220;o povo&#8221; estamos emburrecidos?</li>
</ol>
<p>Me parece claro, antes de mais nada, que, no esforço de nos sentirmos especiais e privilegiados cedemos a uma demofobia que nos leva a diminuir pessoas que não são diferentes de nós.</p>
<p>Também desconfio que há uma transferência de responsabilidade: assim como alguns grupos religiosos culpam deuses pelo que acontece de ruim pois são incapazes de assumir a própria responsabilidade, nossa sociedade se esforça em responsabilizar a TV (principalmente a Globo que detém um certo monopópio técnico) por o restante das pessoas não viverem de acordo com a NOSSA opinião.</p>
<p>A demofobia já pode ser notada inclusive em outras camadas econômicas da sociedade criando uma extratificação por outras regras: povão deixa de ser medido pelo poder aquisitivo para ser medido por &#8220;participo ou não da cultura popular&#8221;.</p>
<p>Há riscos bem óbvios nisso. Não se trata de nacionalismo, mas é importante que os grupos sociais tenham culturas em comum pois temos longa programação instintiva de conflito entre tribos, tensão que pode ser intensificada pelo movimento de espectro mais amplo em direção a uma aldeia global para atender às necessidades de propagação da cultura (memes) ou pelo menos em decorrência do estreitamento das distâncias pelas tecnologias de comunicação.</p>
<blockquote><p>Como disse no início. Essas são ideias em andamento e receio que estejam bem mal organizadas, mas ainda tenho uma reflexão a deixar aqui para alimentar reflexões futuras.</p></blockquote>
<p>Que rumos podemos esperar que a TV siga em resposta a essa demofobia? Tendo o objetivo de atrair audiência para auferir mais lucros, ela criará cada vez mais nichos em suas grades de programação fortalecendo a fobia ou algum dispositivo da sociedade acabará promovendo um caminho oposto?</p>
<p>Ok, esse é um jeito completamente nonsense para terminar esse post, mas desde que pensei em escrevê-lo estou com essa música na cabeça, afinal a sociedade será muito mais madura quando todos percebermos que cada um de nós tem uma rico e brilhante universo interior, então&#8230;</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QGJuMBdaqIw&amp;rel=0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/QGJuMBdaqIw&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
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		<title>O ensino está horrível, e agora?</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 23:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[montessori]]></category>

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		<description><![CDATA[É provável que nada seja mais importante para construir o futuro do que um bom ensino fundamental. A professora Amanda Gurgel mostrou com extrema clareza propriedade que a situação no Brasil está péssima pois a educação não chega perto de &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/cultura/o-ensino-esta-horrivel-e-agora/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É provável que nada seja mais importante para construir o futuro do que um bom ensino fundamental.</p>
<p>A professora Amanda Gurgel mostrou com extrema clareza propriedade que a situação no Brasil está péssima pois a educação não chega perto de ser uma prioridade:</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yFkt0O7lceA&amp;rel=0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/yFkt0O7lceA&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>Guardadas as devidas proporções outros países do mundo não parecem estar indo muito melhor do que nós.</p>
<p>Além do ensino não ocupar uma posição de destaque na agenda de investimentos das nações em muitos casos ele foi projetado para atender demandas que mudaram radicalmente:</p>
<blockquote><p>A escola ainda prepara engrenagens para a produção industrial e estamos diante da produção de conhecimento.</p></blockquote>
<p>Sabemos que para que o futuro seja melhor que o presente precisamos investir o mínimo em tudo, mas não podemos investir menos do que o máximo no ensino e isso é apenas o começo do trabalho que temos pela frente.</p>
<p>Uma vez que nós estejamos investindo o que devemos nas escolas, nos professores e nos alunos o que lhes ensinaremos? Como ensinaremos?</p>
<p>Mas se pretendo fazer aqui alguma proposta para melhorar a nossa educação não posso pular a etapa dos recursos para construir boas escolas e pagar bons salários aos professores.</p>
<h1>Recursos para a educação</h1>
<p>A professora Amanda Gurgel (alguém tem o site, Twitter ou mesmo Tumblr dela?) está certíssima: o ensino não é uma prioridade para os nossos governos. Provavelmente por duas razões muito simples: não dá para mostrar serviço em um mandato e não é trivial.</p>
<p>O que impede nosso governo não é importante, o importante é o que nos impede e o que podemos fazer para mudar esse quadro.</p>
<p>Vou listar apenas algumas possibilidades:</p>
<ol>
<li>Organização da sociedade civil para construir suas próprias escolas e sistema de ensino mais eficentes (é citada no filme e no <a title="Compre na Livraria Cultura" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?id_link=4653&amp;nitem=22131362&amp;tknOrigem=1&amp;tknSearchIdLog=5816589&amp;tknRanking=1&amp;sid=01291962513517671894967160&amp;k5=722217E&amp;uid=">livro</a> Waiting for Superman)</li>
<li>Mobilização da sociedade civil, ajudada pela mídia de massa, para exigir dos governos &#8220;investimento máximo em educação&#8221;</li>
</ol>
<p>E bastam essas duas possibilidades pois já são suficientemente complexas e possíveis apenas se superarmos a desesperança e aprendermos a nos organizar através redes sociais online e pequenas células comunitárias de forma efetiva. São muitas as dificuldades para atingir esses objetivos e merecem artigos específicos, mas considero que a aproximação entre as camadas da sociedade estimulada por eventos como a <a title="Artigo meu em outro blog sobre a edição nacional de 2011" href="http://www.roney.com.br/2011/05/17/um-dia-na-acao-global-nacional/">Ação Global</a> são essenciais.</p>
<p>Além disso, uma vez que estejamos organizados, qual será o modelo de ensino e escola que vamos escolher? Exatamente o mesmo que temos hoje, apenas mais eficiente uma vez que as escolas estarão bem equipadas e os professores bem pagos?</p>
<h1>Novos caminhos para o ensino</h1>
<p>Gostaria de ouvir os sonhos mais audaciosos de educadores, mas me adiantarei e darei as minhas opiniões à luz dos princípios da gestão do conhecimento e da memética.</p>
<ol>
<li>O modelo atual cria especialistas com grande capacidade analítica e sempre haverá espaço para esse tipo de aprendizado, principalmente nos níveis superiores.</li>
<li>É necessário desenvolver um modelo que capacite os estudantes já no ensino fundamental para saber filtrar o fluxo de informação, pesquisar, disciplinar sua mente para manter o foco, produzir conhecimento e adaptar o que observa. Esse deve ser o conceito de alfabetização mínima.</li>
</ol>
<p>Mais uma vez me parece que bastam dois ítens por enquanto já que são suficientemente complexos.</p>
<p>Em essência a ideia é que devemos aprender a lidar com as três caraterísticas principais dos memes (seleção, mutação e hereditariedade) e com nosso impulso natural que nos torna vítimas fáceis para o vício em informação e para o pensamento dispersivo e superficial.</p>
<p><a title="Artigo sobre a escola da Ponte" href="http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-inicial/jose-pacheco-escola-ponte-479055.shtml">José Pacheco</a> é um dos poucos educadores que vi apresentar algumas propostas audaciosas, começe escutando sua fala no <a title="Home do TEDxRio" href="http://www.tedxrio.com.br">TEDxRio</a>:</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=23560807&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color="></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=23560807&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<h1>Links</h1>
<ul>
<li><a title="Escola no Rio de Janeiro" href="http://www.meimeiescola.com.br">Escola Montessoriana MeiMei</a> (sugestão de @<a title="Perfil no Twitter" href="http://twitter.com/littlenandi">Littlenandi</a>)</li>
<li><a title="Artigo no Todos pela educação" href="http://www.todospelaeducacao.org.br/institucional/as-5-metas">5 Metas para a educação</a></li>
<li><a title="Artigo na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_da_Ponte">Escola da Ponte</a></li>
</ul>
<h1>Referências</h1>
<p><a href="http://www.amazon.com/gp/product/B003Q6D28C/ref=as_li_tf_il?ie=UTF8&amp;tag=galedeespe-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=217145&amp;creative=399349&amp;creativeASIN=B003Q6D28C"><img src="http://ws.assoc-amazon.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;Format=_SL160_&amp;ASIN=B003Q6D28C&amp;MarketPlace=US&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;tag=galedeespe-20&amp;ServiceVersion=20070822" border="0" alt="" /></a><img style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=galedeespe-20&amp;l=as2&amp;o=1&amp;a=B003Q6D28C&amp;camp=217145&amp;creative=399349" border="0" alt="" width="1" height="1" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Videocast com @S1mone e #Circuito4x1</title>
		<link>http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/videocast-com-s1mone-e-circuito4x1/</link>
		<comments>http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/videocast-com-s1mone-e-circuito4x1/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 03:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Memesfera]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[circuito4x1]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[videocast]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitando que vamos moderar duas desconferências verticais sobre cultura da criatividade, cibercultura e consumo de cultura digital no Circuito 4X1 decidimos fazer mais um streaming para fermentar as ideias. Ficou muito pixelado, mas o som tá perfeito: &#160; Video chat &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/videocast-com-s1mone-e-circuito4x1/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando que vamos moderar duas desconferências verticais sobre cultura da criatividade, cibercultura e consumo de cultura digital no <a title="Site do Circuito 4x1" href="http://circuito4x1.com.br/" target="_blank">Circuito 4X1</a> decidimos fazer mais um streaming para fermentar as ideias. Ficou muito pixelado, mas o som tá perfeito:</p>
<div style="width: 512px; height: 338px; overflow: hidden;"><object id="video_190920392" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" width="512" height="318" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" type="application/x-shockwave-flash"><param name="movie" value="http://player.stickam.com/stickamPlayer/mp/191343326" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="scale" value="noscale" /><param name="quality" value="high" /><param name="flashvars" value="autoPlay=0&amp;autoMute=0&amp;showViews=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="512" height="318" src="http://player.stickam.com/stickamPlayer/mp/191343326" flashvars="autoPlay=0&amp;autoMute=0&amp;showViews=0" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" scale="noscale" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></embed></object>&nbsp;</p>
<div style="width: 512px; height: 15px; overflow: hidden; text-align: right; font-size: 12px;"><a href="http://www.stickam.com">Video chat by Stickam.com</a></div>
</div>
<p>Alguns links úteis para pensar sobre esses temas:</p>
<ul>
<li><a id="internal-source-marker_0.7656872845094922" href="http://culturadigital.br/movimento/2011/04/24/a-economia-criativa-e-a-economia-social-da-cultura/">http://culturadigital.br/movimento/2011/04/24/a-economia-criativa-e-a-economia-social-da-cultura/</a></li>
<li><a href="http://www.gpopai.org/ortellado/2011/04/a-economia-criativa-e-a-economia-social-da-cultura/">http://www.gpopai.org/ortellado/2011/04/a-economia-criativa-e-a-economia-social-da-cultura/</a></li>
<li><a href="http://www.cidadescriativas.org.br/">http://www.cidadescriativas.org.br/</a></li>
</ul>
<p>Durante a semana vou acrescentar algumas coisas aqui e depois das duas desconferências (sexta e sábado) ou faço um novo post ou também adiciono aqui o que rolar.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Grandes artistas cantam Tom Jobin: 20 anos de Fundação do Câncer</title>
		<link>http://www.memedecarbono.com.br/cultura/grandes-artistas-cantam-tom-jobin-20-anos-de-fundacao-do-cancer/</link>
		<comments>http://www.memedecarbono.com.br/cultura/grandes-artistas-cantam-tom-jobin-20-anos-de-fundacao-do-cancer/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Apr 2011 18:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Jobin]]></category>
		<category><![CDATA[Vivo Rio]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse post foge um pouco do tema desse blog, mas independente do assunto que a gente aborde há causas a favor das quais todos devemos nos mobilizar e o tratamento e o estudo do câncer é uma delas. Clique no &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/cultura/grandes-artistas-cantam-tom-jobin-20-anos-de-fundacao-do-cancer/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.fundacaodocancer.org.br/comvocepelavida"><img class="aligncenter" title="Show Com Você Pela Vida 2011" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2011/04/xlogo_show_com_vc_pela_vida_med.jpg.pagespeed.ic.8TcaukkbTO.jpg" alt="Logo do Show em prol da Fundação do Câncer" width="353" height="120" /></a>Esse post foge um pouco do tema desse blog, mas independente do assunto que a gente aborde há causas a favor das quais todos devemos nos mobilizar e o tratamento e o estudo do câncer é uma delas.</p>
<p>Clique no logo acima para entrar no site oficial do show organizado anualmente a favor da Fundação do Câncer que comemora 20 anos.</p>
<p>Essa é a terceira edição do show então certamente haverá outras e se você está chegando a esse post tarde demais dê uma olhada no site para ver quando será a próxima.</p>
<p>Se você chegou a tempo:</p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Dia: 18/4/2011  – segunda-feira<br />
Horário: 20h<br />
Preço: R$ 120, inteira;  R$  60, estudantes e pessoas a partir de 60 anos.<br />
Endereço: Vivo Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo – RJ ( www.comvocepelavida.org.br)</p>
<p>Como comprar os ingressos:  Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do<br />
Vivo Rio – atendimento de segunda a sábado, das 12h às 21h, e domingo e feriado,<br />
das 12h às 20h – ou pelo site http://www.ingressorapido.com.br/</p>
<p>Como doar para a Fundação do Câncer:<br />
As doações podem ser feitas pelo site www.cancer.org.br</p>
<p>Mais informações para a imprensa e credenciamento da imprensa:<br />
SPS COMUNICAÇÃO<br />
Simone Nunes – <a href="mailto:simone.nunes@spsbr.com.br">simone.nunes@spsbr.com.br</a> – Tel. (21) 2111-2674<br />
Lilian Christine – <a href="mailto:lilian.christine@spsbr.com.br">lilian.christine@spsbr.com.br</a> – Tel  (21) 2111-2652<br />
Ricardo Braga -  <a href="mailto:ricardo.Braga@spsbr.com.br">ricardo.Braga@spsbr.com.br</a> -  Tel (21) 2111-2675</p>
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		<title>Verão da Cultura.Urgente</title>
		<link>http://www.memedecarbono.com.br/cultura/verao-da-cultura-urgente/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 04:36:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[EAV]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Lage]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse é o nome do evento promovido na Escola de Artes Visuais do Parque Lage pela Secretaria de Cultura do Governo do Estado: Verão da Cultura.Urgente. Passei boa parte desse sábado observando as pessoas no evento e assisti parte da &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/cultura/verao-da-cultura-urgente/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é o nome do evento promovido na Escola de Artes Visuais do Parque Lage pela Secretaria de Cultura do Governo do Estado: <a title="Dois dias de debates e ideias para revolucionar a cultura no Rio de Janeiro" href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/">Verão da Cultura.Urgente</a>.</p>
<p>Passei boa parte desse sábado observando as pessoas no evento e assisti parte da apresentação da <a title="Bibliotecas como ágoras modernas" href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/evento/as-novas-pracas-da-cultura/">Vera Saboya sobre as Bibliotecas Parque</a> e a da mesa <a title="Hotsite da mesa com a lista dos participantes" href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/evento/cultura-agora-1/">Cultura.Agora</a>.</p>
<p>Sou um alienígena no ambiente do Verão da Cultura pois não sou profissional da área de educação ou cultura, mas sou um observador de pessoas e por isso preferi estudá-las.</p>
<p>Gostei muito do que vi. É claro que, os que são mais entrosados nesse meio devem ver as velhas fogueiras das vaidades que nos atrapalham, mas acima dessas vaidades vi interesse sincero, criatividade e competência para revolucionar a cultura e a educação no Rio.</p>
<blockquote><p>Resta construir uma ponte entre esses profissionais e o resto da sociedade para que possa se criar uma mobilização (nacional de preferência) em prol da reforma cultural do nosso país.</p></blockquote>
<p>E por reforma devemos entender também o resgate da cultura que vai sendo esquecida como bem lembraram Leandra Leal (que me impressionou positivamente), Debora Colker e Pedro da Luz na <a title="Quais são as perspectivas de inovação (artística, social e econômica) hoje no campo da produção cultural? " href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/evento/cultura-agora-1/">mesa Cultura.Agora</a>. Seja pela inclusão das artes cênicas e das danças populares no currículo escolar, seja na revitalização de setores da cidade abandonados pela especulação imobiliária como a região portuária.</p>
<p>A propósito tem me ocorrido que um dos problemas mais sérios da atualidade (alimentado febrilmente nos ultimos cem ou duzentos anos) é que estamos construindo a nossa civilização sobre os pilares da produção e do consumo de capital. Não estou falando contra o capitalismo, mas que o objetivo da escola não é educar, é produzir lucro (ou mão de obra no caso da escola pública). O objetivo das indústrias de alimento não é criar saúde, mas lucro. O objetivo dos governos não é construir a cultura, é garantir a balança do lucro X gasto.</p>
<p>Longe de mim a radicalidade do movimento Zeitgeist, mas há motivos bem sérios para passarmos a construir nossa civilização sobre os pilares da cultura, da ciência e outras qualidades que nos diferenciam dos demais animais. Com esses instrumentos podemos vencer qualquer obstáculo. Com operários apáticos (com britadeiras ou planilhas elerônicas, não importa) apenas continuaremos a seguir sem direção e sem alma pois é a cultura que constrói a alma humana.</p>
<p>A boa notícia é que tenho a impressão de ter visto hoje muita gente capacitada, ideologista e com fôlego para desenvolver essas bases&#8230;</p>
<blockquote><p>Resta construir uma ponte entre esses profissionais e o resto da  sociedade para que possa se criar uma mobilização (nacional de  preferência) em prol da reforma cultural do nosso país.</p></blockquote>
<p>E porque essa ponte não acontece?</p>
<p>Pessoalmente aposto no cansaço mais ou menos generalizado de quem repete apática e conformadamente que &#8220;o Brazil é uma merda&#8221;. Essas pessoas (que não são poucas e contaminam outras) sugam a energia necessária para cobrar uns dos outros algum tipo de ação. A rebeldia máxima de boa parte dessas pessoas é afirmar que não assistem o Big Broher, novelas ou TV aberta&#8230; Mas não são capazes de dizer o que fazem no tempo que sobra.</p>
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		<title>Desobediência civil: Educação</title>
		<link>http://www.memedecarbono.com.br/cultura/desobediencia-civil-educacao/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Sep 2010 15:36:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[banco de horas]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[instrução]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse é um esboço de ideia que decidi compartilhar para ver se há eco. O insght veio de um artigo sobre as domésticas e diaristas modernas que, indo contra os obstáculos agora fazem faculdade, vão a academia, compram carros e &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/cultura/desobediencia-civil-educacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um esboço de ideia que decidi compartilhar para ver se há eco.</p>
<p>O insght veio de um artigo sobre as <a title="Artigo no G1 sobre o aumento do poder aquisitivo das empregadas domésticas" href="http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/09/nova-domestica-tem-carro-zero-e-faz-faculdade.html" target="_blank">domésticas e diaristas modernas</a> que, indo contra os obstáculos agora fazem faculdade, vão a academia, compram carros e até casas.</p>
<p>Diante das dificuldades que encontramos no Brasil podemo até dizer que o aumento do poder aquisitivo dessas moças é um ato de desobediência civil: em vez de usar os obstáculos como desculpas para sua inércia levantaram a cabeça e saltaram por cima deles.</p>
<p>É consenso geral que a Educação é a chave para o desenvolvimento humano e que os governos não estão atendendo as nossas espectativas (e os candidatos atuais não parecem dispostos a mudar isso).</p>
<p>Que tal então levarmos a desobediência civil às últimas conseguências?</p>
<p>Estou falando na sociedade civil (vc, eu, a diarista da sua mãe) se organizar para um ensinar ao outro em um esquema de banco de horas como o que a @<a title="Perfil da Heloísa no Twitter" href="http://twitter.com/maffalda" target="_blank">Maffalda</a> vem preparando.</p>
<p>Na prática: Você sabe muito de economia doméstica, como poupar etc. Dá uma hora de aula sobre isso por semana para uma turma de 60 alunos que lhe pagam com 1h do tempo deles.</p>
<p>Todo mundo tem alguma habilidade que nõs não temos ou faz algo mais rápido que nós.</p>
<p>Nesse estágio a ideia tem um problema pois é uma certa exploração já que você entrega uma hora e recebe 6. Talvez seja mais justo trocar uma hora de aula por uma hora de algum dos alunos&#8230; Aliás, acho que está resolvido o problema <img src='http://www.memedecarbono.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Eu gostaria de dar uma hora de aula por semana e receber uma hora imersão em uma das chamadas comunidades carentes que, sinceramente, mereciam outro nome, algo como comunidades esquecidas ou desprezadas.</p>
<p>Mas não é só isso que pode ser oferecido em troca, e não precisa ser apenas para comunidades esquecidas! Um grupo pode dar aula de constituição, direitos civis e política para médicos, engenheiros etc.</p>
<p>A troca de conhecimento e serviços pode ser aplicada a todas as classes sociais, culturais e econômicas.</p>
<p>Esse é um esboço, quem mais acha viável? Quem gostaria de trocar uma hora por semana? Quem sugere formas de organizar e viabilizar isso, de preferência em uma estrutura de inteligência coletiva?</p>
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		<item>
		<title>Henry Jenkins, Narrativa Transmídia e a Nova Alfabetização</title>
		<link>http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/henry-jenkins-narrativa-transmidia-e-a-nova-alfabetizacao/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 03:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Memesfera]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Flourish Klink]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Jenkins]]></category>
		<category><![CDATA[new media]]></category>
		<category><![CDATA[transmídia]]></category>
		<category><![CDATA[transmedia]]></category>

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		<description><![CDATA[Henry Jenkins é muito conhecido por quem trabalha ou se interessa pela indústria do entretenimento. Sabe essa coisa de seriados de TV que também podem ser acompanhados por histórias em quadrinhos, videogames, sites na web e vídeos no Youtube? Pois &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/henry-jenkins-narrativa-transmidia-e-a-nova-alfabetizacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Site de Henry Jenkins" href="http://henryjenkins.org" target="_blank">Henry Jenkins</a> é muito conhecido por quem trabalha ou se interessa pela indústria do entretenimento.</p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?id_link=4653&amp;tipo=2&amp;nitem=2929885&amp;sid=87152193712513454966156839&amp;k5=62A5121&amp;uid="><img class="alignleft  size-full wp-image-719" style="margin: 6px;" title="cultura_convergencia_Henry_Jenkins" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2010/05/cultura_convergencia_Henry_Jenkins.jpg" alt="" width="125" height="180" /></a>Sabe essa coisa de seriados de TV que também podem ser acompanhados por histórias em quadrinhos, videogames, sites na web e vídeos no Youtube? Pois é, Histórias contadas em vários meios que se completam. Isso é Transmídia Storytelling ou narrativa transmídia. O termo foi cunhado pelo próprio Jenkins.<img style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=galedeespe-20&amp;l=as2&amp;o=1&amp;a=0814742955" border="0" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Se você nunca ouviu falar nisso, mas gostou de Heros, Lost ou mesmo de Buffy a Caça Vampiros ou Galactica e seu spin off Caprica então está na hora de se informar&#8230; A propósito os objetivos da Iniciativa Dharma foram revelados entre a primeira e segunda temporadas de Lost em vídeos no Youtube e até hoje vejo gente que não sabe disso.</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/gp/product/0814742955?ie=UTF8&amp;tag=galedeespe-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=0814742955"><img class="alignright" style="border: 0pt  none;" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Convergence_Culture_Henry_Jenkins.jpg" border="0" alt="" width="72" height="110" /></a>Mesmo que você não tenha gostado de nada disso é uma boa ideia manter uma orelha em pé pois ao que parece essa história de transmídia não é uma moda em seriados nerd e sim uma forte tendência das nossas cabecinhas cada vez mais adaptadas para consumir, reproduzir, criar e modificar memes, mas isso ficará mais claro se você continuar lendo esse post <img src='http://www.memedecarbono.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Henry Jenkins está no Brasil.</p>
<p>Hoje ele apresentou uma bela visão gerão das suas ideias para uma platéia atenta.</p>
<h3>Resistir é Inútil</h3>
<p>A certa altura Jenkins compara a árvore de relacionamentos em Guerra e Paz (de Tolstoi) com a de X-men o que deixa claro como os universos de ficção modernos são incrivelmente complexos.</p>
<p><a href="http://www.geekologie.com/2009/07/you_slept_with_who_xmen_univer.php"><img class="aligncenter size-medium wp-image-717" title="Quem transou com quem em X-men" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2010/05/xmen_affairs-1-283x300.jpg" alt="" width="283" height="300" /></a></p>
<p>Você pode buscar também a lista de Pokemons que qualquer criança de 6 anos conhece de cor.</p>
<p>O fato é que nossa capacidade de absorver, processar e replicar informações aumentou absurdamente nas últimas décadas (pelo menos desde <a href="http://www.amazon.com/gp/product/B000B5IOY8?ie=UTF8&amp;tag=galedeespe-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B000B5IOY8">Robotech &#8211; Protoculture Collection</a><img style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=galedeespe-20&amp;l=as2&amp;o=1&amp;a=B000B5IOY8" border="0" alt="" width="1" height="1" /> de 1985).</p>
<h3>Porque a escola é chata?</h3>
<p>Uma geração acostumada não apenas aos complexos e vastos universos de ficção da TV, mas também ao dos videogames (a Wikipedia é a maior wiki do mundo, a segunda é a dedicada ao jogo World Of Warcraft) simplesmente fica entediada com o ensino enfadonho e limitado das escolas.</p>
<p>Nossos jovens não tem problemas com o aprendizado, eles não só aprendem esses universos como os expandem, e <a title="Site oficial da Flourish Klink" href="http://www.madelineklink.com/" target="_blank">Flourish Klink</a> (a menina que aos 12 anos foi ameaçada de processo por manter um site de fanfics de Harry Potter) estava no palco junto com Jenkins para nos lembrar disso (brilhantemente diga-se de passagem).</p>
<p>Ainda outro dia vi o <a title="Teaser do VideoMak com o Nepomuceno" href="http://www.youtube.com/watch?v=HueNAmBsRLs" target="_blank">Carlos Nepomuceno comentar no VideoMak</a> que do jeito que a escola está talvez seja melhor não submeter as crianças a elas.</p>
<p>Repito, nossos jovens não tem problemas para aprender, a questão é que eles estão demandando outras formas de aprendizado.</p>
<p>Quando eu era criança (há uns 30 anos) nos conformávamos a aprender coisas interessantes de jeitos chatos formando legiões de adultos que não gostam dos seus trabalhos pois se acostumaram a crer que o mundo real é chato.</p>
<p>Isso já merece uma série de posts, mas a questão aqui e agora é: aprender precisa ser linear e chato?</p>
<h3>New Media Literacy</h3>
<p>Recentemente (ou pelo menos fiquei sabendo recentemente) Jenkins tem justamente refletido sobre a <a title="Artigo Geração Transmídia por Henry Jenkins" href="http://henryjenkins.org/2010/03/transmedia_generation.html" target="_blank">alfabetização na nova mídia</a>.</p>
<p>O link acima contém esse vídeo que já diz muita coisa:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OTEEqDZqMxA" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/OTEEqDZqMxA"></embed></object></p>
<p>Vou me esquivar de mergulhar nesse tema agora por compreender que é outro que merece uma série de artigos, mas deixo algumas perguntas: aprender tem que ser chato? O mundo &#8220;real&#8221; deve ser um calvário que suportamos até a morte depois de viver 13 anos de felicidade infantil?</p>
<h3>Sete características da cultura da convergência</h3>
<ol>
<li>Espalhabilidade e &#8220;aprofundabilidade&#8221; (drillability)</li>
<li>Continuidade e multiplicidade</li>
<li>Imersão e extratabilidade</li>
<li>Construção de universo (história, personagem e mundo) &#8211; Impossível não pensar em Tolkien</li>
<li>Serialidade</li>
<li>Subjetividade</li>
<li>Performance &#8211; exemplo: Glee</li>
</ol>
<h3>Alguns destaques</h3>
<p>Enquanto ouvia a palestra de Jenkins destaquei algumas coisas que me chamaram a atenção:</p>
<ul>
<li>No passado as crianças brincavam com peões e armas, agora, em uma sociedade ddo conhecimento, elas brincam processando informações (vide Pokemon)</li>
<li>http://www.youtube.com/probotvideo</li>
<li><a title="Redublagem do Esqueleto de Heman" href="http://www.youtube.com/everyonesvoice#p/u/19/jtrke6IqUf0" target="_blank">Skeletor Show</a></li>
<li><a title="Combatendo as artes negras no mundo real" href="http://www.thehpalliance.org/" target="_blank">The Harry Potter Alliance</a> &#8211; Fãs de Harry Potter se inspiram na Armada de Dumbledore para se mobilizar em torno de causas humanitárias</li>
<li><a title="Fotos no meu álbum no Facebook" href="http://www.facebook.com/photo.php?pid=4732043&amp;id=672736548#!/album.php?id=672736548&amp;aid=180322&amp;s=0&amp;hash=d3c7f2154f156afb568eeddbe5fd6dec" target="_blank">Fotos da palestra com Henry Jenkins na Globo e passeio pelo Projac</a></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Cultura digital e Capitalismo Cognitivo: Mídias Colaborativas e Cultura do Remix (11 e 12/14)</title>
		<link>http://www.memedecarbono.com.br/cultura/cultura-digital-e-capitalismo-cognitivo-midias-colaborativas-e-cultura-do-remix-11-e-1214/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 00:49:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[aulas]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[Ciberespaço]]></category>
		<category><![CDATA[cultura digital]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[pontão eco]]></category>
		<category><![CDATA[UFRJ]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentários sobre as aulas 11 e 12 do curso de Cultura Digitais e Capitalismo Cognitivo do Pontão Eco da UFRJ <a href="http://www.memedecarbono.com.br/cultura/cultura-digital-e-capitalismo-cognitivo-midias-colaborativas-e-cultura-do-remix-11-e-1214/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez sou obrigado a condensar uma aula em duas por não ter conseguido escrever antes.</p>
<p>No entanto tenho mandado as notas de aula para o Posterous logo depois de cada aula e você pode vê-las aqui:</p>
<ul>
<li><a title="Notas da aula 11/14 do curso de capitalismo cognitivo do Pontão Eco da UFRJ" href="http://roney.posterous.com/notas-de-aula-do-curso-de-capitalismo-cogniti" target="_blank">Mídias colaborativas e Web 2.0</a> (11/14)</li>
<li><a title="Notas da aula 12/14 do curso de capitalismo cognitivo do Pontão Eco da UFRJ" href="http://roney.posterous.com/cultura-do-remix-notas-da-aula-12-de-14-nopon" target="_blank">Cultura do Remix e microfilmes</a> (12/14)</li>
</ul>
<h2>Mídias Colaborativas e Web 2.0</h2>
<p>Acho interessante que todos tenham esquecido que Web 2.0 era a terminologia para sites com que podíamos interagir. O que vemos hoje deveria ser chamado de web 6.0 ou até mais, entretanto isso é apenas uma observação inutilmente preciosista.</p>
<p>Vimos interessantíssimos estudos de caso sobre comunidades colaborativas como o Overmundo, o Dig e o Slashdot e me parece tolice negar que estamos caminhando rapidamente para uma sociedade colaborativa, no entanto me parece que há um deslumbramento romântico em relação aos estímulos que nos levam a colaborar.</p>
<p>Além disso, durante o debate ficou bem claro, ainda há uma ideia de antítese entre corporações e humanos.</p>
<p>Já disse várias vezes que vejo as corporações como um tipo de consciência coletiva que segue sua própria agenda e que ela não leva em consideração as necessidades humanas e sim as leis de produção, consumo e crescimento de mercado.</p>
<p>Apesar disso o caminho da conciliação (responsabilidade social, empresas OSCIP) me parece ser a escolha da nossa espécie nesse momento.</p>
<p>Sendo assim, sugerir que a Google (ou pelo menos o Goolge) fosse um orgão público ou do governo soa como uma certa ingenuidade.</p>
<p>Dessa aula tirei de mais importante a sensação de que estamos desenvolvendo redes colaborativas cada vez mais completas e independentes.</p>
<h2>Cultura do Remix e microfilmes</h2>
<p>Os convidados para essa aula foram Vitor, Júlia e Aline do grupo de pesquisa de Mídia Arte da Ivana Bentes.</p>
<p>Vitor fez uma bela recapitularização de como viemos do Dadaísmo à cibercultura passado pelo pós-modernismo e nos trouxe exemplos interesssantes de mashups, redublagens (como O Destino de Miguel) e outras intervenções.</p>
<p>Da sua fala destaco a importância que ele deu à liberdade que a cultura do remix tem de assumir uma linguagem mais próxima a linguagem comum não só usando um vocabulário mais livre como colocando em questão coisas que seriam barradas nos filtros de moral e ética das TVs e rádios (por exemplo).</p>
<p>Observei que talvez, mais do que um reflexo de uma economia globalizada que procura transrormar todos os nichos em mercado a cultura do remix pode ser fruto do nosso impulso natural de criar um espaço livre para reproduzir, copiar, transformar e combinar nossas culturas confirmando as suposições da memética.</p>
<p>Me ocorreu também que, quando o pós-modernismo passou a transformar a cultura pop em arte esse foi um passo para tirar a arte dos corredores restritos dos eruditos fazendo da voz popular a voz da nossa arte.</p>
<p>Se a exposição do Vitor foi uma ilustração do caminho que nos trouxe aqui a Júlia se atreveu a fazer algumas suposições a respeito dos desdobramentos da cultura do remix e em suas manifestações de crítica social, política e econômica.</p>
<p>É inevitável inserir aqui o remix do famoso comercial da Apple de 1984 que ilustra perfeitamente esse ponto.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6h3G-lMZxjo" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/6h3G-lMZxjo"></embed></object></p>
<p>A capacidade de intervir quase sem limites na produção cultural é mais um passo além do pós-modernismo onde a realidade cotidiana do humano comum era transformada em arte, agora o próprio cidadão comum pode transoformar essas obras criando novos símbolos, significados e interpretações.</p>
<p>Ficou para o final o alerta de que, apesar desses espaços colaborativos tenho sido apropriados inicialmente pelo cidadão comum para se reunir e protestar, as corporações já estão ocupando o mesmo ambiente procurando confundir-se com o humano comum humanizando-se e adotando personalidades que as aproximem do cidadão.</p>
<h2>Links</h2>
<ul>
<li>http://www.thiagocorrea.com/</li>
<li>https://www.adbusters.org/</li>
<li>http://mediasana.org/</li>
</ul>
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