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	<title>Meme de Carbono &#187; Literatura</title>
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	<description>Os átomos e ideias que constroem a consciência</description>
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		<title>Café 22: O Piloto</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 16:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gaia]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Memesfera]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[palestras]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é Cafe22 e o que foi melhor no primeiro evento? <a href="http://www.memedecarbono.com.br/gaia/cafe-22-o-piloto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Planejado e organizado pela @<a title="Perfil da Heloísa no Twitter" href="http://twitter.com/maffalda" target="_blank">Maffalda </a>o #cafe22 procura inspirar uma cultura em torno do conhecimento onde pequenos grupos de pessoas se reúnem para apresentar ideias inovadoras sobre sua área de pesquisa considerando que todos nós pesquisamos alguma coisa, mesmo que não seja na mesma área em que trabalhamos.</p>
<p>No sábado passado ocorreu o piloto do evento com o objetivo de buscar o melhor modelo para os próximos. Quando chegarmos a um modelo funcional ele deve ser publicado em <a title="Café 22: construindo o século XXII" href="http://cafe22.com.br" target="_blank">cafe22.com.br</a> para que outros grupos possam copiá-lo, modificá-lo para o seu ambiente ou desenvolvê-lo.</p>
<p>Mesmo sendo apenas uma experiência o resultado foi muito bom.</p>
<p>Vinte e cinco pessoas participaram do evento e seis apresentaram ideias:</p>
<ol>
<li>@Maffalda: Simplicidade voluntária</li>
<li>Halime Musser (@limejovi): O bestseller e a popularização da cultura (adorei)</li>
<li>Spark (@dj_spark): Como fazer backup online e não ficar de cabelos brancos antes do tempo</li>
<li>Antonio Azevedo (antonioazevedo.com.br): Suportes para uma vida feliz</li>
<li>Cristiano Ferreira dos Santos (@cristianoweb): Síndrome de Asperger</li>
</ol>
<p>A palestra da Heloísa me fez lembrar do tempo que cursei a Universidade Holística e os questionamentos sobre luxo essencial e simplicidade voluntária. Temas muito propícios a uma sociedade mudando rapidamente de valores.</p>
<p>O que era luxo ontem tem se tornado essecial como o acesso à Internet, a formas sofisticadas de cultura e a atividades profissionais desafiadoras e mais complesas. Temos que lembrar que até poucos anos as mulheres, por exemplo, não tinham direito a opinar politicamente ou trabalhar usando sua inteligência. Memeticamente falando ao buscar a simplicidade física podemos nos dedicar a complexidades da razão, da consciência ou do espírito.</p>
<p>O Cristiano e sua história de vida com o filho sempre me fazem pensar em como algumas síndromes da mente são vistas como limitações, mas escondem habilidades impressionantes que poderiam ser usadas para que esses indivíduos fossem até mais produtivos que os ditos normais. O Nicolas, filho do Cristiano e portador de Asperges, aprendeu a ler aos dois anos&#8230;</p>
<p>Fiquei especialmente interessado na fala da Halime que, além de trazer algumas informações sobre o surgimento dos best sellers que eu não conhecia, nos fez perceber sua importância para levar a cultura a massas que até então nem eram alfabetizadas.</p>
<p>As considerações dela me remeteram à ideia de que a cultura erudita está condenada ao esquecimento se não é transportada para grandes porções da nossa civilização pela cultura pop como Jornada nas Estrelas, Fronteiras do Universo (a trilogia literária) e até Tom e Jerry.</p>
<p>Enfim, esse post está mais adequado ao meu site pessoal onde falo de cultura apesar de estar claro em cada uma das palestras acima que há um fator memético unindo-as, em todo caso não falarei mais até porque espero que todos os palestrantes liberem seus vídeos para serem divulgados no Videolog e outros sites de vídeo que vieram depois.</p>
<p>O objetivo ao escrever sobre o Café 22 é lançar uma pequena gota de água no vasto campo repleto de sementes que é a nossa sociedade da informação. Espero que outros se inspirem a fazer encontros semelhantes e compartilhem os resultados online criando verdadeiras encubadoras criadoras de conhecimento.</p>
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		<title>Livros na era digital</title>
		<link>http://www.memedecarbono.com.br/cultura/literatura/livros-na-era-digital/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 22:28:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[editoras]]></category>
		<category><![CDATA[kindle]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa semana um amigo meu que é escritor e considera a Internet um tipo de balaio de má literatura me pediu para escrever um artigo respondendo: Livros na era digital. Quem ganha, quem perde e como estar no primeiro grupo &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/cultura/literatura/livros-na-era-digital/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana um amigo meu que é escritor e considera a Internet um tipo de balaio de má literatura me pediu para escrever um artigo respondendo:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">Livros na era digital. Quem ganha, quem perde e como estar no primeiro grupo</p>
</blockquote>
<p>Será uma tarefa complicada pois ele me pediu fatos e não opiniões, mas ainda é cedo para dispormos de fatos seguros e eu sempre fui uma pessoa de opiniões muito mais do que de fatos pois gosto de olhar para os futuros prováveis ou desejáveis.</p>
<p>Decidi dar a minha opinião e fazer as minhas previsões antes de pesquisar mais a fundo os dados sobre como está o livro nestes primeiros momentos da era da cibercultura onde todo conhecimento se propaga livremente.</p>
<ol>
<li>Livro é papel com tinta ou são palavras esculpidas contando histórias, transmitindo conhecimento e transforando nossa forma de ver o mundo? O que está em jogo é o fim do livro de papel, não do livro</li>
<li>No futuro próximo apenas livros especiais serão impressos, aqueles cuja arte ou profundidade pedem também a interação lúdica do toque das páginas, do olhar apreciativo da sua lombada na estante</li>
<li>Os leitores (como o Kindle) estarão conectados à Internet e carregarão dezenas ou mesmo centenas de livros que poderemos ler e compartilhar a todo momento com nossos amigos offline e online</li>
<li>Poderemos interagir com nossos livros criando versões alternativas, novos finais e até novos começos para eles. As fanfics já são vastas encubadoras de futuros autores</li>
<li>Alguns desprezam os escritores online como aqueles que não foram capazes de atrair a atenção dos editores e portanto não possuem qualidade, mas essas pessoas desconhecem a meritocracia do Page Rank e da memética das redes sociais que qualificam os bons autores separando-os dos medianos</li>
<li>Assim como a eugenia era uma ação pueril frente à ditadura dos genes que ditam nossa reprodução sem limites estamos também presos aos designios dos Memes que desejam que absolutamente todos possam produzir cultura e conhecimento: a proliferação de escritores e outros artistas fora dos corredores eugênicos da indústria cultural é inevitável</li>
<li>O segredo do sustento do escritor do futuro que deseja viver apenas do que escreve (vários blogueiros já fazem isso com sucesso) está no desenvolvimento de uma nova moral onde pagaremos espontaneamente pelos trabalhos que gostamos pois teremos certeza que é o artista, e não uma empresa, que estará recebendo nosso dinheiro.</li>
<li>As editoras e livros de papel já não são mais uma forma eficiente para levar os livros até o leitor e isso manterá na obscuridade vários bons autores que se submeterem ao modelo antigo enquanto autores medíocres alcançarão grande sucesso graças a sua difusão online (isso já acontece)</li>
</ol>
<p>Então vamos lá&#8230;</p>
<h3 style="text-align: center;">Livros na era digital. Quem ganha, quem perde e como estar no primeiro grupo</h3>
<h4>O quadro atual</h4>
<p>Neste momento o espaço virtual vem sendo usado para vender livros de papel.</p>
<p>Podemos visitar páginas especiais de cada lançamento, ler online o primeiro capítulo, seguir editoras no Twitter (@<a title="Twitter da editora Ediouro" href="http://twitter.com/oleitorvoraz" target="_blank">oleitorvoraz</a> da Ediouro) ou mesmo fazer<a title="Navegue pela biblioteca do Google" href="http://books.google.com.br" target="_blank"> buscas em  livros 100% digitalizados</a> no Google.</p>
<p>No entanto a maioria das editoras e autores faz o possivel para restringir o acesso ao conteúdo dos seus livros o que se nota em uma busca rápida no Google Books: a maioria dos livros tem somente pequenos trechos liberados para leitura online.</p>
<p>À margem dos mercados editoriais surgem blogueiros escritores ou escritores blogueiros que, vez por outra, acabam sendo descobertos pelo mercado editorial e promovidos ao status de escritores de verdade. Boa parte desse mercado é composto por jovens que escrevem fanfics.</p>
<p>No momento a leitura de livros em telas não é tão confortável quanto em papel.</p>
<p>Nos desktops e notebooks o brilho incomoda os olhos e em celulares e PDAs o tamanho das telas dificulta a leitura.</p>
<p>Além disso o processo de digitalização dos livros é mais complexo e demorado do que o processo para músicas e filmes e isso restringe a pirataria de livros aos que chamam mais atenção do público.</p>
<h4>Quem ganha</h4>
<p>Darwin nos deu essa resposta e Richard Dawkins nos ajudou a perceber que ela também vale para a cultura: <strong>o venceder é aquele que se adapta</strong>.</p>
<p>O problema nesse momento é perceber realmente como o mundo está mudando.</p>
<p>A Internet mudou o mundo ou foi nossa cultura que mudou e por isso criou a Internet? Ou seja, estamos diante de uma moda que vem de fora para dentro ou de um movimento interno que promove a transição entre paradigmas?</p>
<p>Vamos supor o pior (ou melhor) quadro: os livros de papel e tinta desaparecem totalmente. Quem ganha?</p>
<p>Livros digitais podem ser copiados e pirateados com mais facilidade então ganha quem não tem dinheiro para obter livros ou é desonesto e não deseja pagar pelo que consome.</p>
<p>Livros digitais não tem peso então ganham os estudantes que não terão que carregar vários tijolos de papel para as escolas ou faculdades.</p>
<p>Também são os alunos e estudantes que ganham com a facilidade de busca de conteúdo.</p>
<p>Livros digitais tem margens infinitas. Os leitores poderão fazer vastos comentários sobre o que estão lendo e até compartilhar seus comentários com outros leitores, conhecidos ou não. A leitura de um livro não precisará mais ser um ato solitário e poderemos encontrar outros fãs do que estamos lendo como nunca antes foi possível.</p>
<p>Ganham as editoras que se adaptarem e deixarem de vender papel e tinta passando a interagir com aspirantes a escritores e leitores</p>
<h4>Quem perde</h4>
<p>Livros de papel proporcionam uma leitura com início, meio e fim. Há toda uma relação lúdica no manuseio do papel então perde-se a liturgia da leitura e da manipulação respeitosa do conhecimento, mas isso é uma opinião e este deve ser um artigo objetivo com fatos e não opiniões.</p>
<p>Falemos então em dinheiro.</p>
<p>Issso depende do futuro:</p>
<ul>
<li>Os livros digitais jamais existirão: quem se atirar nesse mercado investirá tempo e dinheiro que jamais dará retorno</li>
<li>Os livros digitais se tornam comuns apenas em certos nichos: perde quem não for capaz de identificar esses nichos</li>
<li>Os livros digitais se tornam o padrão do mercado: perdem as empresas que trabalham no mercado atual e não se adapatarem</li>
</ul>
<p>Um bom exemplo de futuro provável está no mercado de músicas e de filmes.</p>
<p>Enquanto a maior parte da indústria insiste em vender CDs, DVDs e Blu-rays a Apple montou sua loja para vender músicas e filmes digitais. Já faz algum tempo que se tornou a maior loja dos EUA.</p>
<p>É possível também que as editoras passem a privilegiar os autores que obtiverem sucesso na meritocracia online passando a ignorar a intuição e bom senso dos seus editores.</p>
<p>Caso isso aconteça bons autores terão dificuldade de encontrar público se não forem capazes de usar a Internet para se fazer conhecer já que as editoras estarão concentradas somente nos livros que já sabem que serão sucessos de vendas.</p>
<h4>Como estar entre os ganhadores</h4>
<p>Haverá vencedores fazendo livros de papel e tinta, haverá vencedores fazendo livros de bits. O segredo está compreender a nova cultura.</p>
<p>Quem comprará livros de papel? Quem comprará livros digitais? Qual é a forma correta de chegar a esses compradores? Que títulos cada um deles buscará?</p>
<p>As respostas a essas perguntas valem bilhões de dólares pois são a diferença entre a falência e o sucesso.</p>
<h4>Leitura recomendada</h4>
<ul>
<li><a title="Artigo sobre o mercado editorial" href="http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=190&amp;tipo=R" target="_blank">A transformação do mercado de livros na era digital</a></li>
</ul>
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		<title>Aulete Digital e dicionários no século XXI</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 16:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Dicionários]]></category>
		<category><![CDATA[Erin McKean]]></category>
		<category><![CDATA[ted]]></category>

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		<description><![CDATA[Os dicionários até ontem eram feitos por especialistas que escolhiam as boas e excluíam as más palavras, mas o que é uma palavra ruim? Vigilantismo... <a href="http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/aulete-digital-e-dicionarios-no-seculo-xxi/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você não assistiu a apresentação da <a title="Redefinindo os Dicionários" href="http://www.ted.com/index.php/talks/erin_mckean_redefines_the_dictionary.html" target="_blank">Erin Mckean</a> no TED faça isso agora (está em Inglês):<br />
<object width="446" height="326" data="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/embed/ErinMcKean_2007-embed_high.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/ErinMcKean-2007.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=161" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<a title="Compre no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/158689/dicionario+houaiss+da+lingua+portuguesa?franq=271599" target="_blank"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-391" title="dicionario_houaiss" src="http://www.memedecarbono.com.br/wp-content/uploads/2009/04/dicionario_houaiss-150x150.jpg" alt="dicionario_houaiss" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Resumindo: Os dicionários até ontem eram feitos por especialistas que escolhiam as boas e excluíam as más palavras, mas o que é uma palavra ruim? Vigilantismo é uma bela palavra (para algo muito ruim) que ainda não costa nos dicionários, nem mesmo no excelente Houaiss ao lado.</p>
<p>A língua é dinâmica. Todo tempo são criadas novas palavras, principalmente em momentos históricos como o que vivemos em que absolutamente tudo está em alucinante processo de transformação e criação.</p>
<p>Hiperdemocracia, tuitar, metauniversos, googlar, blogar, digitosfera, memesfera, desconferência, cibercultura, podcast, meme só para citar algumas palavras necessárias para manter uma conversação sobre as fronteiras da nossa cultura e que não estão dicionarizadas.</p>
<p>Os novos dicionários precisam se livrar do papel tornando-se um reflexo flexível da linguagem dinâmica e em transformação. Essa é a tese de Erin McKean.</p>
<p>Uma ótima solução para isso &#8211; já implementada aqui no Brasil &#8211; é o Aulete Digital cujo site se divide em duas partes.</p>
<p>Você pode consultar o <a title="Dicionário Caldas Aulete online" href="http://www.aulete.portaldapalavra.com.br/site.php?mdl=aulete_digital" target="_blank">Aulete tradicional</a> que é de longe o mais completo da língua portuguesa (o único até onde sei que tem papavras como Avonda, busque  no seu) ou o <a title="Dicionário Caldas Aulete Colaborativo" href="http://www.aulete.portaldapalavra.com.br/site.php?mdl=aulete_coletivo" target="_blank">Aulete Colaborativo</a> onde você pode sugerir a inclusão de novas palavras caso não as encontre.</p>
<p>O próximo passo talvez seja criar meios (apis abertas) para libertar os dicionários dos seus sites web colocando-os em nossos celulares e integrados aos nossos processadores de texto, estender a colaboração também para a aprovação das novas palavras pela própria comunidade de usuários dos dicionários e, claro, manter a viabilidade econômica já que não haverá mais venda de papel.</p>
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