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	<title>Meme de Carbono &#187; Música</title>
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	<description>Os átomos e ideias que constroem a consciência</description>
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		<title>Como o compartilhamento de música no Youtube pode reaviver o sucesso</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 22:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciberespaço]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[direitos autorais]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade intelectual]]></category>
		<category><![CDATA[Sony]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[A luta dos donos da propriedade intelectual de vídeos e músicas contra a disseminação do seu conteúdo sem o seu controle leva o Youtube a comparar 100 anos de vídeo todo dia para aplicar a eles os critérios de proteção &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/cultura/musica/como-o-compartilhamento-de-musica-no-youtube-pode-reaviver-o-sucesso/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A luta dos donos da propriedade intelectual de vídeos e músicas contra a disseminação do seu conteúdo sem o seu controle leva o Youtube a comparar 100 anos de vídeo todo dia para aplicar a eles os critérios de proteção que cada empresa define (e esses critérios variam de país para país).</p>
<p>Imagine esse esforço de processamento sendo usado para desenvolver a cura do câncer por exemplo, mas esse é outro assunto.</p>
<p>A questão é: será que impedir a publicação de um vídeo que usa a sua música ou trechos de filme que lhe pertencem proteje seus lucros?</p>
<p>Muitos, incluindo eu, acredital que é justamente o contrário. Ao impedir o compartilhamento da cultura a empresa se atira ao limbo.</p>
<p>O vídeo abaixo mostra um exemplo interessantíssimo de como um vídeo levou uma música com 18 meses de &#8220;idade&#8221; para o quarto lugar na maior loja de músicas do mundo (o iTunes):<br />
<!--copy and paste--><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="446" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/MargaretStewart_2010U-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/MargaretStewart-2010U.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=885&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=margaret_stewart_how_youtube_thinks_about_copyright;year=2010;theme=a_taste_of_ted2010;theme=new_on_ted_com;theme=the_creative_spark;event=TED2010;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="326" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/MargaretStewart_2010U-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/MargaretStewart-2010U.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=885&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=margaret_stewart_how_youtube_thinks_about_copyright;year=2010;theme=a_taste_of_ted2010;theme=new_on_ted_com;theme=the_creative_spark;event=TED2010;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>São menos de seis minutos, mas se você estiver com pressa a história é simplesmente a seguinte: Um casal fez sua entrada na igreja com todos os padrinhos e madrinhas dançando ao som de uma música da Sony, mandaram para o Youtube e foram para a lua de mel. Quando voltaram o vídeo já estava com mais de 40 milhões de visualizações e por conta disso as pessoas ficaram com vontade de comprar a música.</p>
<p>Aliás, vale a pena rever o vídeo da entrada de casamento mais feliz da história:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/g8DCt3Lmi28" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/g8DCt3Lmi28"></embed></object></p>
<p>Para o nativo da Internet (ou quem migrou para ela como quem se instala em um novo país) não é necessário dizer mais nada, mas para as empresas que ainda olham os internautas sem perceber que estão olhando para pessoas na rua vale a pena dizer mais.</p>
<p>Essas empresas não percebem que impedir o uso da cultura que elas acreditam ser delas é o mesmo que colocar agentes nas ruas para multar quem assoviar sua música por exemplo.</p>
<p>Quando uma pessoa faz um vídeo combinando trechos de filmes e desenhos ela está abraçando o seu produto e divulgando-o.</p>
<p>Mesmo que obtenha lucro com isso ela está divulgando seu produto gratuitamente.</p>
<p>Ao remixá-lo ela o está reavivando e muitas vezes ressussitando algo que permaneceria no esquecimento.</p>
<p>Tenho certeza que os que se consideram donos de algum produto cultural ganhariam muito mais monitorando as formas como eles são usados do que restringindo seu uso.</p>
<p>Falta agora as empresas entenderem isso.</p>
<p>Em tempo&#8230;</p>
<p>E quando são as empresas que copiam a cultura popular?</p>
<p>O casamento mais acima copiado pelo The Office:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fX7iwwB9zQ4" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/fX7iwwB9zQ4"></embed></object></p>
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		<title>Porque vender música na Internet ainda não funciona?</title>
		<link>http://www.memedecarbono.com.br/cultura/musica/porque-vender-musica-na-internet-ainda-nao-funciona/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 14:05:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[comércio online]]></category>
		<category><![CDATA[monetização]]></category>

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		<description><![CDATA[A Internet está sendo usada como ferramenta para tornar a cultura e conhecimento gratuitos para todos, mas como viverá quem produz cultura e conhecimento? <a href="http://www.memedecarbono.com.br/cultura/musica/porque-vender-musica-na-internet-ainda-nao-funciona/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a title="Bleffe no Twitter" href="http://twitter.com/christianbleffe" target="_blank">Christian Bleffe</a> tuitou o post <a title="Post do John do Pato Fú" href="http://665ovizinhodabesta.blogspot.com/2009/10/aqui-ja-num-era-pra-internet-ta.html" target="_blank">Aqui, já num era para a Internet tá funcionando?</a> e o meu comentário ficou tão grande que tive que transformar em post. Lá vai&#8230;</p>
<p>Bem, na minha opinião a nossa civilização decidiu que a Rede é um instrumento para permitir que o conhecimento e a cultura fluam livremtente, é um lance que tem a ver com um papo maluco de memética, mas o fato é que a grana não está no centro dos nossos esforços coletivos online, muito pelo contrário: vamos na direção de tornar tudo grátis.</p>
<p>E como fica o leitinho das crianças ou o jantar com a pessoa amada? Como paga?</p>
<p>Esse é o desafio de quem produz coisas que podem ser digitalizadas (livros, músicas, vídeos etc): descobrir como ser pago pelo que circula online.</p>
<p>Durante a transição para viver dessas coisas intangíveis só mesmo com uma solução híbrida: recebendo grana por livros, CDs, DVDs e do que foi compartilhado online. Uma hora o online vai passar o offline e quem soube fazer a transição vai se dar bem. Espero que ninguém realmente bom fique na rua da amargura por não saber entrar online&#8230;</p>
<p>A minha aposta vai para o exemplo dos bares de Alcântara (mas poderiam ser de qq outra cidade satélite) onde dezenas de trabalhadores famintos pedem centenas de refrigerantes e pasteis chineses e pagam só no final dizendo ao caixa direitinho o que consumiram: as pessoas são honestas quando acreditam em quem lhe oferece o produto. Pelo menos a maioria delas são ou os bares fechariam as portas.</p>
<p>A Internet é assim: a galera sai baixando música, escuta, gosta ou não gosta e só precisa desenvolver o princípio ético de ir ao caixa para pagar o que gostou, mas onde é o caixa? Quantos artistas divulgam formas de pagamento em seus sites?</p>
<p>Quanto a cauda longa ela serve para duas coisas.</p>
<p>A primeira é para os trabalhos artísticos tão bons que são capazes de revolucionar a arte, mas que ficavam relegados ao esquecimento porque não agradavam as massas. Agora eles podem alcançar um punhado de pessoas que vão criar coisas em cima daquilo até que algumas partes cheguem ao chamado mainstream. Esse pessoal só precisa aprender a existir na Internet como costumo dizer.</p>
<p>A segunda funcão da cauda longa é corrigir aqueles &#8220;errinhos&#8221; das gravadoras e produtoras que costumam ignorar justamente as obras que vão se tornar os maiores sucessos de massa de todos os tempos. Lembro melhor dos exemplos em cinema e literatura como Guerra nas Estrelas, Harry Potter e Peter Rabbit de Miss Potter, mas talvez quase todas as grandes obras tenham sofrido para serem aceitas pelos produtores e agora elas podem buscar reconhcimento primeiro online a exemplo do movimento musical &#8220;Faça vc mesmo&#8221;.</p>
<p>Hummm&#8230; A cauda longa também serve para artista ruim que jamais venderia para o público ou viveria do seu trabalho, mas consegue pelo menos uns trocados para pagar o condomínio graças a fãs de mau gosto que pagam por seus trabalhos <img src='http://www.memedecarbono.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Falei, falei e falei, mas como fica o dindin via Internet?</p>
<p>Sinceramente, acho que tudo passa pela construção de um relacionamento de confiança com os ouvintes e pela criação de formas deles pagarem pelo que gostarem, mas cada caso é um caso, cada um terá que desenvolver sua própria &#8220;fórmula&#8221;.</p>
<p>Só uma coisa é certa: quem achar primeiro os caminhos para as pessoas online os recompensarem por sua arte vai se dar muito bem pois haverá muito mais grana (se é que já não há) online que offline.</p>
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