Que raio de nome é este?
Meme não são aquelas correntes com perguntinhas do tipo “qual é a sua cor favorita?” e outros virais, normalmente chatos?
Como assim de carbono?
Qual é o objetivo desse blog?
Começando pela conclusão à moda chinesa…
A idéia deste blog é pensar sobre como nosso mundo está mudando conforme a tecnologia da informação se torna algo tão essencial e onipresente quanto a eletricidade, o dinheiro, o telefone, a tv… Podemos incluir o ar?
Os memes de carbono que dão nome a este blog somos nós todos.
Você, eu, as plantas, animais e tudo mais que vive na Terra é composto basicamente de carbono (e água). Somos seres fisicamente de carbono.
Além de um corpo físico nós temos a capacidade de pensar. É quase um corpo mental composto por nossas idéias, costumes, crenças e culturas.
Em 1976 Richard Dawkins (um brilhante geneticista apesar de ser um ateu um pouco histérico) cunhou o termo meme para se referir a essas unidades de informação capazes de se multiplicar, transmitir, adaptar conforme um tipo de seleção natural, assim como os genes.
Sendo assim achei justo pensar em nós mesmos como memes de carbono.
Sendo assim procuro usar a minha experiência com gestão do conhecimento e a paixão por epistemologia, mitologia, psicologia e outras ias para refletir e convidar outros memes de carbono a pensar também nos rumos das nossa evolução genética e memética nestes tempos de transformações tão rápidas e aparentemente descontroladas.





Roney:
Você curte quadrinhos, não?
Mesmo que não curta, pela descrição acima, acho que você ia se amarrar em uma das histórias de Frequência Global (Global Frequency), uma série de Warren Ellis que descreve um grupo de agentes livres no mundo inteiro em operações de resgate.
Além da idéia de um coletivo trabalhando para outro, que é a base do grupo, a história que mencionei acima descreve justamente uma invasão memética ao nosso mundo! Eu achei simplesmente genial e, caramba, tem TUDO a ver com o seu texto acima (Exceto pelo lado de ficção e aventura que a mídia pede, claro). A Panini vende o encadernado com esta história (e mais 5), é só procurar por “Frequência Global”
Quem escreve é o Warren Ellis, um inglês doidão (existe outro tipo?) que, honestamente, lembra você.
Dele, também recomendo a você Transmetropolitan, sobre um jornalista no século 30. Ellis era a resposta anti-establishment dos quadrinhos na áurea fase que a Inglaterra dominou os quadrinhos Estadunidenses.
#ficaadica
Os ingleses são ótimos! Afinal nos trouxeram Senhor dos Anéis, His Dark Materials, Doctor Who e muito mais!
Não conhecia esse Global Frequency! Vou comprar imediatamente!!!
Valeu pela dica!!