Source: Google e Globo se unem pela primeira vez – Meio & Mensagem

Assim como aconteceu com a indústria do cinema, da música e do livro entre outras, há uns quatro anos já nos parecia evidente que era um erro a TV se colocar como uma distribuidora de ondas de rádio (insistindo até hoje na TV Digital, por exemplo) e que seria natural o movimento de focar as energias na produção de conteúdo passando a transmiti-lo por outras vias e até por outras empresas.

Há dois anos a Globo finalmente começou a seguir nesse caminho e agora o está consolidando.

A Netflix, a propósito, fez o caminho oposto iniciando como uma transmissora de conteúdo, mas que logo percebeu que a vida memética está na produção e não no gerenciamento do fluxo.

Sempre me pareceu que alguns dos gigantes, a Globo incluída, ainda que entrando tardiamente na corrida da construção de pontos focais online, poderiam ter sucesso.

Por “pontos focais” quero dizer que a mídia de massa é um fenômeno inevitável, que são necessários pontos focais para conectar grupos sociais mesmo que a cultura humana se globalize.

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