Imagem: Minds of people page (FB)

Temos subestimado o significado de “quebra de paradigma” e continuamos com dificuldade em perceber as implicações da sociedade hiperconectada, da era do conhecimento, da civilização em rede ou como preferirmos chamar.

Há poucos anos ouvi que “para saber o que a Internet ainda vai transformar é só listar o que ela ainda não transformou”.

Claro que não é a Internet que está transformando as coisas, ela é apenas o território, continente ou talvez o mundo paralelo onde as transformações são materializadas.

E transformar implica em deixar para trás. Mesmo que a transformação sejam acréscimos ao que já existe.

E já vimos que grande parte das transformações não são acréscimos, são “disrupturas” como a que tenho destacado sempre, que até ontem nós entendíamos o mundo por estereótipos, criávamos caixas onde colocávamos as coisas: mulher = suave, intuitiva, bela – homem = insensível, objetivo, forte. Agora sabemos que somos livres para ser qualquer coisa (sempre fomos, mas era muito mais difícil ir contra estereótipos antes).

Sendo assim Yoda está certíssimo: tudo que faz parte dos alicerces da nossa percepção da realidade (e nem falei aqui no que temos aprendido sobre o Cosmos, a Terra e nós mesmas) está se modificando, se estendendo para dimensões que nem sabíamos que existiam.

P.S.: Certamente a frase não é do Yoda, mas combina muito com ele realmente.

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