Há algumas décadas, quando eu tinha uns 11 anos, o futuro do planeta me preocupava muito!

Guerras globais, apocalipse nuclear, extinção da vida por causa da poluição, monstruosas mutações genéticas criadas pelo mercúrio nos rios… É, eu tinha 11 anos 😉

Na época os adultos não pareciam muito preocupados com nada disso e nada ou pouco fizeram.

Hoje olho na rua e vejo várias revistas e camisas falando em salvar o planeta, mas eu não tenho mais 11 anos e acho isso tão infantil!

É claro que temos que salvar alguma coisa, mas o planeta?

A Terra corre algum risco? Ela vai se partir em duas? A vida nela vai terminar… Aliás, tem importância para a Terra se a vida nela terminasse? Se existe um Deus criador ele não se incomoda muito com planetas sem vida já que o nosso parece ser o único com vida pluricelular no sistema solar.

Se não sabemos o que precisamos salvar vamos acabar por sair correndo do prédio em chamas com um berço nas costas enquanto a criança…

O que deveríamos ler em nossas camisas é “salve o ecossistema humano“.

Tem que especificar que é humano pois um ecossistema completamente inadequado para humanos ainda pode ser um ecossistema lindo! Particularmente adoro os que se desenvolvem ao redor de vulcões submarinos.

Vivemos em meio à descoberta de que somos menores do que gostávamos de acreditar no passado (é bem provável que nós tenhamos criado Deus à nossa imagem e semelhança e não contrário), mas continuamos acreditando arrogantemente que somos algo extra planetário que pode causar mal à Terra e até olhamos para ela com uma certa compaixão “tadinha da Terra…”

O que está em jogo aqui é a saúde dos humanos, é o futuro da nossa espécie e já está na hora de nos conscientizarmos que o que devemos preservar é o meio ambiente favorável à nossa vida e isso significa respeitar e trabalhar junto com os outros terráqueos (vegetais, animais, fungos etc.) para manter nosso ecossistema!

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