Comentários inspirados no artigo citado no final do post.

Como sempre temos uma análise caótica das estatísticas e não fica muito claro que é mais de 90% do tráfego da Internet que ocorre por celulares ou se 70% das pessoas usam computador e 90% usam também celular.

Seja como for o avanço do celular como dispositivo de conexão é notável e podemos exercitar algumas hipóteses.

A primeira que me ocorre é que a Internet se define cada vez mais como um espaço de consumo de entretenimento e interação social, coisas que fluem muito melhor em dispositivos móveis que em computadores (que geralmente são usados por mais de uma pessoa enquanto celulares são individuais).

Na verdade a primeira coisa que me ocorre mesmo é que a grande guerra dos sistemas operacionais (Windows, OSX, Linux, OS/2) e navegadores que dominou a última década do século passado é… bem… é passado: iOS e Android ganharam a guerra. Mas isso só emociona nerds e geeks 😉

Vamos ao que interessa.

Tem uma cortina se abrindo para revelar outro palco: os chatbots e os robôs que interagem com humanos através de… advinhe de quê! Celulares, claro. Nada impede de usá-los em desktops ou notebooks, mas vamos poupar nosso tempo e admitir que os celulares logo serão o principal dispositivo computacional de quase todo mundo.

Mas errei, isso vai interessar mesmo lá para 2018.

O que realmente interessa agora é que, quanto mais a Internet se torna o ponto concentrador de interação social e lazer, mais vemos o despertar da era dos TEMES (termo sugerido por Susan Blackmore para máquinas que processam conhecimento de forma similar à que nós humanos fazemos).

Esse é um loooongo assunto e extrapola muito o artigo abaixo. Sugiro ler sobre colaboração homem máquina (em músicas e em carros da Tesla) para ir além nisso.

Pela primeira vez foi registrada queda, em todas as regiões do país, no uso de computador. Até 2014, número absoluto de casas que acessavam a internet pelo PC vinha aumentando.

Source: Celular se consolida como principal meio de acesso à internet no Brasil, aponta IBGE | Economia | G1

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