Vejo dois pontos a destacar nesse tema:

1- Talvez por causa de um certo analfabetismo científico parece haver um consenso de que há “verdades científicas” quando a própria essência da ciência é contrária a isso. Me parece que até certo nível escolar não se fala nessa característica central do nosso conhecimento da realidade: ele é transitório e incompleto.

2- Para o professor ser “neutro” alguém terá que definir que “verdades” ele terá que transmitir aos alunos, ou seja, a plena neutralidade na verdade implica na imposição de um viés, de uma ideologia que, no caso, seria a do Estado, suponho. Algo bem similar ao Ministério da Verdade de 1984…

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