Imagem: Artigo linkado no final desse post

A perplexidade das classes privileliadas brasileiras, alienadas de quase tudo que aconteceu desde a última década do século passado está bem resumida aqui no relato do jovem que volta da Inglaterra.

Prevejo novo relato de perplexidade quando voltar para lá e perceber os desdobramentos do Brexit.

Não é por falta de avisos.

Os meus, desde 2008/2011 são irrelevantes por causa do alcance curto, mas temos Castells, meia dúzia de sociólogos/antropólogos e milhares de artigos discutindo e analisando o que chamo de fenômeno Occupy.

Alias, já na década de 90 falava-se em qualquer revista ou jornal de grande circulação sobre a inversão da pirâmide da comunicação com a voz popular ganhando tanto poder quanto as grandes mídias etc.

Alguém esperava mesmo que a sociedade virasse de cabeça para baixo e a única transformação seria que faríamos fofoca pelo celular em vez de pelo telefone?

Aliás as transformações mal começaram…

Profissionais de marketing, sociologia, ciência política, RP… Todos deviam estar muito atentos a isso.

Pelo jeito nem o academicismo brasileiro, nem o britânico estão sendo capazes de observar os vinte últimos anos…

Apesar de, me parece, as universidades públicas brasileiras estare até bem atentas.

Outro ponto que esse artigo pode ajudar a despertar é o fenômeno da aculturação: não nos sentimos parte da cultura onde nascemos, mas também não somos parte de culturas estrangeiras. E a cultura global é diversificada demais para nos sentirmos parte dela.

Em 2012, deixei o Brasil para ir estudar em Londres por dois anos. Naquela época, o nosso país era uma promessa e

Source: “Morei fora e, agora, voltei para um país que não reconheço, com valores que não são os meus”

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