Claro que a adesão do marketing a causas sociais não é um desinteressado ato de filantropia, mas as ferramentas do marketing tem grande poder de consolidação de cultura e, se por hora apoiam ativismo por ver uma janela, também ajuda a inserir o ativismo na cultura básica.

Isso reforça a hipótese de que os fenômenos que temos visto mais intensamente desde o início desse século apontam para a demanda por uma democracia mais direta e participativa.

From Starbucks supporting refugees to Kenco taking on gangs, big businesses are falling over themselves to do good – and to let us know about it

Source: Sex doesn’t sell any more, activism does. And don’t the big brands know it | Alex Holder | Opinion | The Guardian

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