Uma civilização hiperconectada, em que estamos neurologicamente conectadas a cérebros fora do nosso (biológicos e digitais) ainda soa como ficção científica alucinada simplesmente porque a ideia é assustadora demais: deixaremos de ser pessoas se nos integrarmos a máquinas?

Apesar de parecer um pouco deslumbrado e até delirar um pouco com a possibilidade da #singularidade (fusão entre humanos e máquinas) Siraj é um estudioso da área bem fundamentado.

Nesse vídeo ele resume algumas das tecnologias já em desenvolvimento para fazer a interface entre nosso cérebro e cérebros digitais, algumas invasivas (por cirurgia de crânio aberto) e que pouca gente se predisporia a fazer, outras nada invasivas e ainda algumas intermediárias.

O que devemos nos perguntar para medir as possibilidades de seguirmos ou não nesse caminho é se os custos (em termos de risco e cultura) compensam as vantagens, e nesse caso, certamente teremos pessoas com distúrbios neurológicos severos se oferecendo até para as técnicas mais invasivas o que ajudará a desenvolver as tecnologias.

A médio prazo (vou supor entre 50 e 100 anos) as previsões mais ousadas do vídeo, como a possibilidade de “instalar” um idioma ou até mesmo todo o conhecimento de um curso universitário diretamente no cérebro, serão bem possíveis e, antes disso, os avanços podem nos ajudar a tratar condições como #depressão e #ansiedade.

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