Nos últimos dias tenho pensado muito em um problema:

Não é apenas a nossa ciência e tecnologia que avançam cada vez mais rapidamente (organismos meméticos estão livres dos ciclos biológicos e evoluem exponencialmente).

Influenciados pelas mudanças em nossa capacidade de perceber, explicar e modificar a realidade a própria sociedade se modifica vertiginosamente.

No entanto somos seres biológicos, certo, somos máquinas meméticas de carbono, mas estamos limitados pelas possibilidades dos corpos de carbono (DNA).

Seremos capazes de nos adaptar às exigências de transformação desse organismo memético chamado civilização?

O texto linkado mais abaixo é sobre poliamorismo e pode parecer não ter nada a ver com o que acabo de dizer, no entanto a crescente fluidez do que antes parecia sólido como rocha (toda cultura é fluida) pode ser tanto uma consequência como uma chave para resolver nosso problema.

Até hoje caminhávamos para uma sociedade estressada, neurotizada e perdida no meio de transformações que não entendemos, não controlamos e não conseguimos acompanhar.

Com sexualidade fluida, relacionamentos fluidos e até humanidade fluida (transhumanismo é uma boa palavra chave para explorar esse último universo) podemos estar nos preparando para nos tornarmos capazes de, “fluidificados”, acompanhas as alterações inexoráveis que temos pela frente.

O poliamorismo, na minha opinião, é a linha de frente dessa preparação. Seguida da sexualidade fluida. Fique de olho! Mesmo que você não tenha nada dessa fluidez pois o mínimo que precisamos é entender o mundo em que vivemos.

Em tempo: que família linda…

Fonte do arrtigo: Confessionário Poli (FB)

It’s not for people who get jealous easily — or are scared of relationships.

Source: A therapist, a lawyer and a sex educator answer our questions about polyamory – The Washington Post

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