Uma das coisas fantásticas que estão acontecendo é um tipo de auto-aprendizado permantente.

Pessoas como eu e o autor do artigo mais abaixo (clique na imagem ou no link) tem oportunidade de encontrar informações de qualidade sobre as origens da homofobia e desenvolver boas hipóteses e novos códigos morais construindo um tipo de personalidade fluida que vai se ajustando velozmente às mudanças morais, sociais, de gênero, de estrutura familiar, atividade econômica (profissão) etc.

Claro que acabamos inserindo no texto opiniões formadas por evidências anedóticas como no caso desse texto:

  • O heterossexual de verdade não se incomoda com a sexualidade dos outros – Isso pode ser um fato entre os amigos dele (bons amigos), mas não é uma regra pétrea. O diferente e culturalmente condenável pode facilmente causar rejeição em uma pessoa saudável
  • Nossa sociedade é paranóica sempre tentando não parecer gay e reprovando quem parece gay. Sim. Ela é em grande medida, mas será que é a maioria? Será que está ficando mais ou menos paranóica. No meu ambiente as evidências são inclusive o oposto, quase todo mundo é neutro em relação a expressão, identidade etc de gênero. Mas tenho bons motivos para crer que meu meio é uma minoria bem pequena. Por outro lado os adolescentes parecem estar bem mais avançados nisso e podemos esperar grandes melhoras a médio prazo (10, 20 anos).

Enfim, o texto é ótimo, tem boas informações apesar de não apontar fontes (também falho muito nisso por falta de tempo de coletá-las).

Basta saber identificar os trechos opinativos e os informativos.

Será que ele é? Faz uns dois anos eu tinha um colega muito legal, um grande bróder. Vamos chamá-lo aqui de Sir Bonitão. O cara era um alemão alto e atraía a mulherada com sua aparência, mas não se interessava pelas colegas e estagiárias que suspiravam por ele porque era super apaixonado por uma ex-namorada

Source: Heterossexual, uma espécie em extinção | Ano Zero

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