A consciência da morte é um dos mais preciosos instrumentos da vida.

Será que o afastamento da morte do dos sofrimentos do desvanecer da vida diante da nossa longevidade e medicina mudou nossa relação com ela? Será que hoje nos enganamos mais sobre nossa imortalidade que antes?

Penso muito nisso. Há filósofos e estudos que apontam que aqueles que tem consciência da proximidade e inevitabilidade da morte vivem mais profunda e intensamente. O que aliás é lindamente retratado na trilogia Fronteiras do Universo de Philip Pullman.

Saber aceitar o ciclo da vida é uma arte e um mergulho na sabedoria que faz tremer cada fibra do nosso corpo e mente.

Linda animação e, talvez curiosamente, útil para entender a consciência humana.

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