Copio para cá o comentário que deixei no artigo original no Medium. Clique no link lá no final (ou na imagem) para ir para o artigo da d Carol Patrocínio (que eu não conhecia).

Chegou no ponto que eu estava pensando o tempo todo. É como na carta aos brasileiros do Mark Manson, mas ele eu não sei quem é.

De uma Fernanda Torres esperamos uma abordagem mais inteligente da realidade e não a construção de uma série de hipóteses baseadas em evidências anedóticas!

A babá dela supostamente sabia lidar com os assédios, mas qual é o percentual de mulheres que não consegue e vive o inferno na Terra?

O machismo não a incomoda, mas quem se importa com o que incomoda ou não um indivíduo? Nós nos importamos com o que incomoda grupos sociais ou então estamos fazendo uma confissão de falta de empatia.

Claro que qualquer pessoa pode e deve dizer o que pensa, mas acho que já chegamos num ponto da civilização que temos que ter humildade e, no mínimo, deixar claro quando estivemos nos oferecendo como um personagem de reality show (vejam como eu penso) e quando nos consideramos qualificados para dizer como talvez o mundo, a sociedade é.

Aliás já se fala muito em um certo efeito psicológico que nos faz ter a impressão de que somos especialistas em tudo. Deu branco total no nome.

Enfim. Precisamos de mais seriedade e empatia ao falar de grupos sociais sejam grandes ou pequenos.

Ótimo texto!

Clique para ler:

A parte mais importante desse trecho do seu texto é o MUITAS VEZES. Porque quando você o usa está assumindo que não é sempre assim. E aí falta empatia. Você não é uma má pessoa, mas comete o erro mais comum de todos: mede o mundo por você.

Carol Patrocínio – Medium

 

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