Tenho que ver tudo, claro, fiquei na introdução dela agora, mas tenho algo a dizer que venho dizendo há um tempo.

Mas vou ter que introduzir meu comentário.

Nós só construímos uma civilização porque desenvolvemos a agricultura, que foi uma ideia horrível, pavorosa que diminuiu nossa qualidade de vida, piorou nossa alimentação, produziu novas doenças, mas era o que se impôs em nosso caminho evolutivo, muito provavelmente por causa da primeira grande revolução cognitiva que nos deu uma dimensão diferente da existência produzindo um tipo de cultura e nos tornando “máquinas meméticas” além de máquinas genéticas.

Dito isso…

É inócuo reclamar dos rumos da atual revolução cognitiva e da invenção da sociedade hiperconectada: resistir é inútil.

O mais sensato a fazer é entender que tipo de máquina nós somos e procurar seguir nosso caminho sem nos tornarmos destrutivos.

Se formos capazes de restaurar o equilíbrio ecológico do planeta o resto se resolverá ao seu tempo.

Sempre partimos da premissa que temos poder de decisão sobre nossos rumos. Não somos maduros suficiente para isso, nem mesmo para chegar a um consenso do que é bom e ruim

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