O primeiro dia do Campus Party lembra a atividade febril de um grande circo mágico. Milhares de pessoas vão chegando, se alojando em mesas, barracas (quatro mil) e vagando entre os grupos que se formam.

Nota-se claramente a estonteante diversidade de tribos.

Há os evangelistas do Linux e da cultura opensource, ainda a pouco o Mad Dog passou aqui atrás de mim. Tem os modificadores de gabinetes (case mod), o pessoal dos games, desenvolvedores e curiosos.

É difícil definir um perfil comum aos participantes a não ser que todos tem a tecnologia da informação ou a computação gráfica no centro dos seus interesses e sonhos de consumo.

A Campus Party é um templo da cibercultura e nota-se que vivemos aqueles microssegundos iniciais do big-bang durante os quais ninguém entende que universo está em gestação.

Não há dúvidas de que aqui está nascendo uma nova cultura, mas que cultura será essa?

Espero que seis dias de imersão entre essas pessoas tão ímpares sejam o suficiente para ter uma visão geral dessas tribos.

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