O altruísmo é uma clara desvantagem na luta pela sobrevivência, então como ele pode ter surgido e se estabelecido entre os animais sociais como nós, abelhas, formigas e outros?

Se desejamos compreender quem somos é necessário entender como nossa mente e nosso comportamento foram moldados ao longo da nossa evolução.

No entanto existem visões alternativas à evolutiva que é são bem menos perturbadoras. No caso do altruísmo seríamos assim por estarmos ligados a uma divindade ou consciência cósmica feita de amor ou ágape.

Ao nos afastarmos da explicação religiosa nos deparamos com uma visão materialista dos humanos que pode parecer bem assustadora: tudo que temos de bom não passa de algum tipo de programação genética evolutiva e portanto seria uma ilusão.

Por outro lado entender que o altruísmo (por exemplo) vem sendo gravado em nós há milhões de anos e não é fruto de uma ligação energética a algum ser superior do qual podemos nos desligar a qualquer momento na verdade é uma visão bem mais positiva e otimista dos nossos sentimentos mais nobres do que a visão mágica.

As duas apresentações a seguir explicam como o altruísmo entre parentes e entre outros indivíduos da mesma espécie (ou até de espécies diferentes) se desenvolveu entre animais sociais como nós, mas achei importante fazer essa introdução pois são análises lógicas, matemáticas e secas que podem dar a impressão de que nossa consciência é uma farsa quando não é.

Saber que nosso coração não tem nada a ver com o sentimento de amor ou que a Lua é um satélite não nos faz amar menos ou deixar de observar a Lua na companhia da pessoa que amamos. Da mesma forma não devemos achar que nossa consciência é menos real ou fascinante conforme vamos compreendendo como ela se formou.

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