Imagem: material promocional do site

O Blendle é um tipo de Netflix para notícias jornalisticas.

Resumidamente o modelo é o seguinte: você paga centavos por artigo lido. Se não gostar do artigo basta negativar para obter reembolso. Ele conta com vários dos principais jornais nos EUA e já teve sucesso em dois países pequenos começando com a Holanda, onde surgiu.

O ponto chave aqui é que, da mesma forma que questiona-se cada vez mais o financiamento corporativo de campanhas políticas, temos que colocar em foco o jornalismo sustentado por propagandas de corporações. Para quem a revista, jornal ou canal trabalha afinal? Para o cidadão ou para empresas? A diferença deve ser óbvia.

Por outro lado o modelo de pagamento por conteúdo encontra rejeição cultural há tempos, apesar de vir funcionando com vídeo (Netflix), música (Spotfy e similares) e até livros (Kindle Unlimited).

Ah! Em tempo. A curadoria do conteúdo no Blendle é mista: algorítimos, editores e os próprios leitores. Similar a um Flipboard, mas sem propagandas já que as publicações serão 100% apoiadas pelos leitores.

A essência da ideia é muito boa.

Leia o artigo abaixo. O link para fazer parte da versão beta dos EUA está logo nos primeiros parágrafos.

Today, I sent this to the first beta users that signed-up to Blendle, my journalism startup backed by The New York Times…

Source: With the biggest publishers in the country on board, we’re launching our journalistic startup in… — On Blendle — Medium

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