Imagem: Mike Wilson – Melbourne – Australia

Há tempos ouço falar em Mindfulness, um método de meditação aprovado pelo MIT, mas não dei muita atenção por parecer “mais do mesmo” já que a essência é a mesma dos últimos milhares de anos das técnicas de meditação: não se apegar aos pensamentos ou emoções.

No entanto parece que vem aí uma nova onda disso (obrigado pelo toque Clara Quintela) e decidi estudar um pouco melhor e compartilhar com vocês.

O Mindfulness-Based Stress Reduction (MBSR) tem suas origens em um programa criado em 1979 por Jon Kabat-Zinn e realmente é endossado e utilizado pelo MIT (o link é da Escola de Medicina da Universidade de Massachusetts). Não que isso seja garantia de nada, certo? Sempre devemos submeter o conhecimento a testes. Grandes universidades também fazem besteira.

No ano passado fiz um vídeo sobre meditar no meio do caos:

Eu me foquei mais em formas de meditar em praticamente qualquer lugar e acabei falando apenas tangencialmente de um ponto importante: deixar os pensamentos e emoções passarem sem nos apegarmos a eles.

A Liliane Prata fez um vídeo mais conciso na minha opinião e focado na capacidade de prestar atenção:

No entanto percebo que existe espaço para esclarecer melhor o MBSR antes que vire um modismo de palco.

Farei um vídeo e um outro post sobre o assunto, mas podemos adiantar alguma coisa.

O que é atenção plena?

Quando você mantém seus sentidos e sua mente nas imagens e sensações do momento sem se apegar a pensamentos, memórias, emoções e sensações que não pertencem ao presente você está praticando atenção plena ou mindfulness.

Para que serve?

Considerando apenas o que sabemos objetivamente sobre os efeitos da meditação podemos listar:

Só para pegar alguns dos pontos que devem afligir mais pessoas.

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