Agora toda forma de meditação parece ter virado mindfulness ou atenção plena, mas abstraia esse ponto ao ler a matéria no final desse post.

Destaco o ponto de que a raiva, a ira, a indignação não nos ajudam a resolver os problemas por que nossa civilização passará nesse século.

Essas reações são a resposta natural de ataque ou fuga que qualquer animal teria, no entanto desenvolvemos uma civilização, uma estrutura social e cultural onde ecoar a absorver seriam respostas mais adequadas.

Na entrevista mistura-se sabedoria, crenças e os efeitos da prática do desapego das ideias pela meditação. É de se esperar que seja assim já que o entrevistado é budista, logo, se fundamenta em sua fé e cultura.

A propósito a ideia de ecoar e absorver nem mesmo está na entrevista, é uma abordagem que estou desenvolvendo.

Enfim, ao nos entregarmos à raiva nos tornamos incapazes de ter empatia, compaixão, pelo outro ponto de vista. Nos tornamos incapazes de perceber as semelhanças entre nós (e como comentei em Trump e o discurso occupy os dois “lados” tem objetivos em comum) e caminhar em direção a um futuro onde trabalhamos juntos pelo bem comum.

“Compassion is not sitting in your room; it’s actually very active and engaging,” a senior disciple of Thich Nhat Hanh says.

Source: A Buddhist monk explains mindfulness for times of conflict – Vox

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